A Netflix pagou cerca de R$ 500 mil para garantir a participação de Suzane von Richthofen em um documentário sobre sua vida. O valor foi destinado diretamente à ex-detenta como parte do acordo para a gravação de seu depoimento.
O projeto começou a ser desenvolvido em novembro de 2025 e atualmente está em fase de pós-produção, com estreia prevista ainda para este ano. Procurada, a plataforma informou que não divulga detalhes sobre suas produções.

Trechos do depoimento de Suzane circularam nas redes sociais após o vazamento de uma exibição restrita, realizada em março para um grupo seleto de convidados.
Além dela, outras pessoas ligadas à família também receberam valores para autorizar o uso de imagens e participar com entrevistas, entre elas o atual marido, o médico Felipe Zecchini Muniz.
O contrato firmado inclui cláusulas de confidencialidade vitalícia sobre os termos do acordo. Também prevê restrições para que Suzane não conceda entrevistas a outros veículos ou plataformas concorrentes por um período determinado, garantindo a exclusividade do conteúdo.
Com o título provisório de “Suzane Vai Falar”, o documentário foi encomendado após o desempenho expressivo de “Tremembé”, produção da Amazon Prime Video que retrata o caso e alcançou grande audiência no Brasil.
Profissionais do setor audiovisual demonstraram preocupação com o formato da produção. Nos bastidores, há receio de que iniciativas do tipo aproximem o streaming de práticas mais sensacionalistas, comuns na televisão aberta, e impactem a percepção do público sobre esse tipo de conteúdo.