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Crime

Não houve motivação política no assassinato do tesoureiro do PT, segundo a conclusão da Polícia Civil

Marcelo Arruda foi morto a tiros no último sábado, 09
Redação
15/07/2022 | 14:12

Foi concluído pela Polícia Civil do Paraná A Polícia Civil do Paraná que, no assassinato do tesoureiro do PT, Marcelo Arruda, em Foz do Iguaçu, não houve motivação política. Segundo Camila Cecconello, delegada do caso, Jorge Guaranho foi indiciado por homicídio duplamente qualificado.

Marcelo Arruda foi morto a tiros no último sábado, 09. O crime aconteceu durante a festa de aniversário de Marcelo, que tinha como tema o Partido dos Trabalhadores – PT – e o ex-presidente Lula.

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Marcelo Arruda, tesoureiro do PT. Foto: Poder 360

Camila Cecconelo afirmou que Jorge atirou contra Marcelo após ter se sentido ofendido. De acordo com as investigações, Marcelo teria jogado um punhado de terra e pedra no carro de Jorge, depois de uma provocação política.

Porém, não houve motivação política na morte, segundo a delegada, por ter entendido que os disparos tenham sido feitos após uma escalada na discussão.

“É difícil nós falarmos que é um crime de ódio, que ele matou pelo fato de a vítima ser petista”, disse a delegada.

Camila avalia ainda que Guaranho não planejou o crime pois, mesmo recebendo a informação de que a festa tinha temática do PT e tenha ido até lá para provocar com música de Bolsonaro, cometeu o crime em um segundo momento.

As investigações sobre o caso continuam.

Com informações, G1.