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Coluna
Marcelo Hollanda: Sindicatos pedem vacina para trabalhadores portuários e dizem não à privatização da Codern
Confira a coluna de Marcelo Hollanda desta sexta-feira 7
Marcelo Hollanda
07/05/2021 | 09:43

Portuários pedem vacina
Os sindicatos dos Estivadores, Arrumadores, Portuários e Conferentes do Porto de Natal fazem uma concentração agora cedo defronte a Companhia Docas, na Ribeira, com duas reivindicações bastante distintas. A primeira pede vacinas contra a covid para os trabalhadores portuários e a segunda é para que o governo federal desista de privatizar as Companhias Docas como a Codern.

Movimento
Essa ação que os trabalhadores promovem na frente da Codern acontece simultaneamente também nas Companhias Docas do Pará (CDP), que administra Belém, Santarém e Vila do Conde; Ceará (CDC), que cuida dos terminais de Fortaleza; Companhia Docas do RN, que cuida dos Portos de Natal e Maceió, além do Terminal Salineiro de Areia Branca.

Mas é difícil
Dos dois pedidos dos trabalhadores portuários – vacinação e privatização -, a vacinação está um pouco mais perto de ser atingida, já que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) segue criticando a capacidade gerencial das companhias, que considera incompatível com as necessidades atuais.

Chineses com medo
Esta semana, a propósito, os tripulantes de um navio chinês que descarregou 19 mil toneladas trigo mecanicamente no porto de Natal evitaram a todo custo aproximação com os trabalhadores brasileiros na hora que estes entraram porão da embarcação para fazer a limpeza dos restos
Só dois embarcados supervisionaram de longe o trabalho, enquanto os demais ficaram em seus alojamentos para evitar qualquer risco de contaminação por covid.

Riqueza
As receitas de exportação de minério de ferro do Brasil devem aumentar 60% este ano e substituir a soja como a principal fonte de receita cambial do país pela primeira vez em seis anos. A informação é da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

Redução de jornada
A necessidade é a mãe de todas as coisas. Mais de 500 mil acordos de redução de jornada e salário ou de suspensão temporária de contratos de trabalhadores da iniciativa privada foram assinados até esta quinta-feira, de acordo com o Ministério da Economia. A expectativa do governo é que outros 4,5 milhões sejam assinados até o final do ano.

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