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TV
“Laços de família” está de volta; reveja seis momentos inesquecíveis da trama
Novela retorna às telas após 20 anos da primeira exibição
Jornal Extra
07/09/2020 | 10:09

Não tem como negar que a cada reprise de “Laços de família” um frisson toma conta dos noveleiros. E com a volta da trama, nesta segunda-feira 7, ao “Vale a pena ver de novo”, após 20 anos da primeira exibição, a empolgação com a história de Manoel Carlos é ainda maior (veja abaixo oito momentos inesquecíveis dessa história).

— A novela é viva por sua contemporaneidade. “Laços” abordou diversos tabus, que até então não eram discutidos. Impotência, assédio sexual, câncer, prostituição. São temas que ainda estão em voga e discussões completamente necessárias — analisa José Victor Castiel, que deu vida a Viriato, personagem que sofria com a impotência.

Esta é a quinta vez que a trama é reexibida: em 2005, esteve no ar na mesma faixa que ocupará agora; em 2012 e 2015, no quadro “Novelão”, do extinto “Vídeo show”; e há quatro anos, no canal Viva.

— É um clássico pela capacidade do Maneco de mostrar a complexidade do ser humano por meio do cotidiano. Ele vai envolvendo o público de maneira devagar e, quando você percebe, já está imerso nos grandes dramas — elogia Marieta Severo, que interpretou a vilã Alma.

Beijos ardentes

Helena (Vera Fischer) e Edu (Reynaldo Gianecchini) se entregam a uma paixão avassaladora. Seus beijos ardentes chamaram a atenção por serem muito reais. Apesar disso, o médico se encanta pela filha dela, Camila (Carolina Dieckmann), com quem termina a história. “Fiquei pensando no final do Edu. Tinha um lado meu que ia achar uma virada gostosa se ele voltasse a ter um romance com a Helena. Ao mesmo tempo, pensando bem, ia ser uma loucura, mãe e filha… Foi o melhor final, sem dúvida”, diz Gianecchini.

Dor nacional

Carolina Dieckmann deixou o público da novela aos prantos com o drama da leucemia de sua personagem Camila, que chegou ao ápice com a menina raspando a cabeça. A cena tão realista, ao som de “Love by Grace”, de Lara Fabian, ficou marcada como uma das mais emocionantes da teledramaturgia brasileira. Os cabelos raspados em consequência do tratamento da doença, inclusive, viraram um merchadising social tão forte na novela que isso fez disparar o número de doadores de medula óssea.

Paixão selvagem

Pedro (José Mayer) e Cíntia (Helena Ranaldi) viviam às turras no haras onde ele era o administrador e, ela, veterinária. Machista, o personagem implicava com a bela, que nunca abaixava a cabeça para ele. Isso causou embates memoráveis, como quando ela passou esterco nele. Porém, as brigas terminavam quase sempre em uma paixão selvagem, que fazia a tela da TV pegar fogo.

Rainha das tretas

Íris, aliás, é mestre em confusão. Inconformada por Camila ter ficado com Edu, a menina, que é meia-irmã de Helena, considera a sobrinha uma traidora. E passa a infernizar a vida dela. A coisa fica tão séria que, nas vésperas do casamento dos pombinhos, Iris dá um jeito de experimentar o vestido de noiva de Camila, que se desespera ao vê-la com a roupa e, claro, as duas começam a brigar. Durante o embate, Iris corta a roupa da tia, em uma cenão daqueles.

Bomba, bomba!

Clara (Regiane Alves) também adora um barraco. Principalmente, se for com Capitu (Giovanna Antonelli), ex namorada de seu marido, Fred (Luigi Baricelli). Já separada, a jovem fica enfurecida ao ver o envolvimento do ex com a moça e, na festa do casamento de Camila, revela a todos, em alto e bom som, que Capitu é uma garota de programa. A sequência é outra de tirar o fôlego.

Assalto e tragédia

Lilia Cabral começou pequena como Ingrid, mas saiu da novela grande. A morte da personagem durante um assalto com a filha, Iris, pegou o espectador de surpresa. Toda a cena é bastante tensa, desde o momento em que as duas viram reféns nas mãos de um bandido em um posto de gasolina até a tragédia fatal. A cena coroa com chave de ouro a trajetória da atriz na trama.

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