Em meio à crise na saúde de Natal, a empresa Justiz Terceirização divulgou nota oficial negando qualquer problema nas escalas médicas do Hospital dos Pescadores, onde três mortes foram registradas em dois dias, em meio a denúncias de falta de médicos e sobrecarga de plantões. A empresa, que assumiu parte da rede municipal de saúde após a saída da Coopmed/RN, afirma que o atendimento vem sendo prestado normalmente e com reforço de profissionais.
A crise teve início após a Prefeitura de Natal contratar emergencialmente as empresas Justiz e Proseg para substituir a Coopmed, em contratos que juntos somam R$ 208 milhões. A transição gerou denúncias de escalas incompletas em UPAs, paralisação de cirurgias eletivas e protestos da categoria médica. O Sindicato dos Médicos (Sinmed-RN) acusa a Prefeitura de descumprir decisões judiciais e de pressionar profissionais, enquanto a gestão municipal defende a legalidade dos contratos e atribui os problemas a dificuldades de recomposição das escalas durante o processo de mudança.

No centro dessa disputa, a Justiz tem sido alvo de críticas relacionadas ao funcionamento do Hospital dos Pescadores, onde familiares de pacientes e médicos relataram longas jornadas de trabalho e ausência de especialistas. A empresa, no entanto, classificou as informações como inverídicas e reforçou que atua há mais de duas décadas em 11 estados, mantendo padrão de excelência.
Confira a nota na íntegra abaixo:
JUSTIZ REPÕE A VERDADE DOS FATOS
Zelando pela verdade dos fatos, a Justiz esclarece que não houve, em nenhum momento, falta de médicos nas escalas do Hospital dos Pescadores, nem na clínica e nem na UTI.
É inverídica a informação de que médicos ultrapassaram 24 horas de plantão. Muito pelo contrário, as escalas estão reforçadas, portanto, mais médicos realizando atendimento.
A espera no Hospital de Pescadores está vazia.
Importante ressaltar que a Justiz, com 21 anos de atuação no mercado nacional, hoje presente em 11 Estados, mantém sua marca de excelência na prestação de serviços. No contrato assumido em Natal não é diferente.
Natal, 7 de setembro de 2025
Justiz Terceirização