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Futebol
“Existe 0% de índice de morte”, diz presidente da FPF sobre futebol na pandemia
Michelle Ramalho, da Federação Paraibana de Futebol, se diz contra paralisação da modalidade
IG
15/04/2021 | 19:23

A convidada do “Bola da Vez”, da ESPN, desta semana é Michelle Ramalho . A presidente da Federação Paraibana de Futebol falou sobre os protocolos de segurança adotados no esporte e falou que é contra a paralisação da modalidade.

O programa apresentado por André Plihal, com participações de Daniela Boaventura e Glaucia Santiago, será destaque do canal ESPN Brasil neste sábado, às 19h30.

– Não acho justo toda a economia voltar e a do futebol ficar parada – disse a presidente.

Advogada e presidente da FPF desde 2018, Michelle é a única mulher a presidir uma federação estadual no futebol brasileiro. Ao comentar a situação da pandemia no Brasil e o prosseguimento dos jogos, disse preferir uma abordagem baseada em dados.

– Eu gosto de falar com base em dados e não com achismo. E com dados científicos, foi provado que existe 0% de índice de morte no futebol, no Brasil inteiro, não é só na Paraíba. Pessoas que pegaram Covid dentro dos estádios e que morreram por causa disso, o índice é zero. Pessoas que pegaram e precisaram de internações, o índice foi de 0,4% – declarou a cartola. Questionada por Daniela Boaventura sobre os dados citados na entrevista, Michelle atribuiu os números à Jorge Pagura, médico da CBF.

A dirigente reforçou sua posição contra a paralização do futebol levando em conta também a questão financeira. “Eu sou uma das pessoas defensoras que o futebol é economia, que os jogadores são trabalhadores como qualquer um de nós. Os jogadores movimentam economia, precisam de emprego. Os torcedores são os consumidores. Eu não acho justo toda economia voltar e a economia do futebol ficar parada”.

No Bola da Vez, a presidente da federação paraibana também ressaltou as medidas de segurança adotadas pelas entidades futebolísticas no país.

– O protocolo de segurança dos mais eficazes e exigentes que têm é o do futebol. Considerando que nossos trabalhadores não adentram ao trabalho sem um exame de Covid e que nossos consumidores, que são os torcedores, sequer podem entrar no estádio. Parar só o futebol e continuar o shopping lotado, com ambiente fechado, só com as mínimas de medidas de segurança, aí eu sou contra – completou Michelle.

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