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Presa
Ex-capa da Playboy, Pâmela Pantera é presa seminua na garupa de moto após tentar seduzir policiais
Durante abordagem de rotina feita pela Polícia Militar, a garota de programa teria tentado seduzir os policiais tirando o resto da roupa
Metrópoles
01/01/2022 | 17:26

Conhecida em todo o país após ser alvo de operação policial que desmantelou um esquema de tráfico de drogas, a garota de programa Flávia Tamayo, mais conhecida como Pâmela Pantera, voltou a ser presa. Desta vez, a estrela de filmes da indústria pornográfica foi detida quando andava seminua na garupa de uma moto, em um município no interior de São Paulo.

Durante abordagem de rotina, feita por policiais militares de Presidente Prudente, Pantera teria tentado seduzir a equipe da PM tirando o resto da roupa que vestia. Quando consultaram o sistema, os policiais identificaram que ela tinha um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas.

Pantera foi apontada pela Polícia Civil do DF (PCDF) de fazer parte de uma organização criminosa composta por garotas de programa de luxo que atuam na capital federal. O bando era especializado em realizar a venda e distribuição de entorpecentes, principalmente drogas sintéticas e cocaína a clientes de alto poder aquisitivo do Distrito Federal.

A investigação

Capa de revistas masculinas famosas, como a Playboy – edição publicada em Portugal – e a Sexy, a atriz de películas produzidas pela franquia Brasileirinhas oferecia uma espécie de cardápio sexual aos clientes mais assíduos. Os preços mais sofisticados sempre eram acompanhados de carreiras de pó.

As investigações que embasaram a operação coordenada pela PCDF duraram dois anos. Durante a ação deflagrada em junho, policiais da 5ª DP apreenderam grande quantidade de cocaína, lança-perfume, além de arma de fogo e munições. As mulheres negociavam programas sexuais regados a pó para uma clientela seleta.

De acordo com investigações da 5ª DP, não há conexão entre os núcleos criminosos, mas todos exercem funções parecidas: a distribuição dos entorpecentes para traficantes menores e usuários que ficam na ponta do esquema.

À época, no DF, a operação cumpriu mandados de busca e apreensão em Águas Claras, Candangolândia, Setor Hoteleiro Norte, Ceilândia, Samambaia, Recanto das Emas, Planaltina, Brazlândia, Lago Norte e Goiânia (GO). Entre os alvos da operação, havia um terceiro grupo, especializado na distribuição de drogas na região central de Brasília. Os criminosos adotaram o sistema delivery, fazendo a entrega diretamente para os usuários.

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