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Música
Catedral apresenta nova formação em apresentação da turnê Eletroacústica
Banda volta a Natal neste domingo 10 e relembra vários clássicos dos anos 90
William Medeiros | Repórter de Cultura
09/04/2022 | 10:30

“Quem disse que o amor pode acabar?” O questionamento que tem embalado várias gerações é o tema de um dos grandes sucessos da banda Catedral, um nome clássico dos anos 90 que volta a Natal e se apresenta no Teatro Riachuelo, a partir das 17h, deste domingo 10.

“A galera que curtiu essa formação do power trio – baixo, bateria e guitarra – tenho certeza que vai curtir muito. É um horário diferenciado. Dá tempo de sair, jantar, curtir o show e partir para outros compromissos”

Quem convida o público é o baterista Guilherme Morgado, que em entrevista ao Agora RN falou sobre shows, pandemia, projetos da banda e a nova formação com a saída do guitarrista Diego.

São trinta e três anos regados por poesias e melodias. Nesta turnê, além dos músicos Kim, Júlio e Guilherme, a banda também apresenta o seu novo guitarrista, Oziel (Ozielzinho). Os músicos surgiram em 1988, com origem na música gospel, e hoje são referências no mercado, não se limitando à música cristã. Todo o trabalho já rendeu mais de 3 milhões de discos.

Agora RN – Quais as principais novidades da turnê eletroacústica?
É uma turnê que a gente está fazendo depois de praticamente dois anos de paralisação. Estamos fazendo uma modificação na questão instrumental, pois estávamos com um formato de baixo, bateria, guitarra e teclado. Agora, voltamos para um sistema power trio, com bateria, guitarra e baixo, sendo um guitarrista novo, ou seja, uma nova formação.

Por que o Diego, guitarrista, saiu da banda?
Ele está fazendo faculdade de medicina e já não ia poder viajar, pois entrou no terceiro ano do curso. Em 2021, a gente fez alguns shows no final do ano e foi complicado para ele, por conta de provas e uma série de situações. Acabou que não deu certo.

Com foi a adaptação do novo integrante?
O Oziel tem uma pegada muito parecida com o nosso guitarrista, o falecido Cézar, que é muito cultuado pelos fãs antigos. Os fãs estão sentindo uma sincronia entre o Oziel e o César muito grande. O pessoal está muito animado. A gente também está muito animado. Demos uma canja no show do Kim aqui no Rio de Janeiro. Tocamos três músicas, que foram muito bem avaliadas. Ele (Oziel) é sensacional, um guitarrista de primeira linha, nível internacional.

Sobre o novo sucesso “Quando se perde é que se dá valor”, qual o sentimento que ela traz para você?
Ela foi composta em uma linha mais romântica, mas também remete a perdas do dia a dia. Depois de passar por esse período de dois anos de pandemia, onde fizemos também algumas músicas falando desse momento. “Quando se perde é que se dá valor” está sendo entendida com o sentido das perdas durante a pandemia, chamando atenção das pessoas para valorizarem aquilo que a gente tem de melhor enquanto podemos.

Vocês são uma banda muito forte no segmento religioso, o que representa Deus para vocês nesta época de perdas?
Não só nesse momento, mas em todos os momentos, Deus para a gente representa tudo. Deus é o nosso porto seguro, é onde a gente deposita a nossa fé, a esperança de dias melhores em uma vida pós-morte. Quando a gente passa nesse período de tantas perdas, onde se tem perdas emocionais, financeiras e de pessoas queridas, Deus é a nossa segurança. Você tem aquela sensação de conforto e do consolo d’Ele, isso é uma coisa muito forte.

Ingressos à venda na bilheteria (das 14h às 20h) ou no site uhuu.com. Classificação: 18 anos.

Sede: Rua dos Caicós, 2305-D, Nossa Sra. de Nazaré. Natal/RN | CEP: 59060-700
Telefone: (84) 3027-1690 / 3027-4415
Redação: (84) 98117-5384 - [email protected]
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