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Diagnóstico

Atriz que interpretou jornalista com câncer em filme é diagnosticada com a doença

Atriz relatou tratamento com quimioterapia e queda de cabelo após protagonizar longa baseado na história real da jornalista Marina Alves
Redação
30/11/2025 | 08:41

A atriz Dani Gondim revelou neste sábado 29, em rede social, que foi diagnosticada com câncer alguns meses após estrelar o filme Milagre do Destino, no qual interpretava uma personagem que enfrentava a mesma doença. No vídeo publicado, ela aparece raspando o cabelo e escreveu: “A arte imita a vida, disso eu nunca tive dúvidas, mas, e quando a vida imita a arte? O que se tem para aprender?”.

Ela afirmou que, há um ano, foi chamada para atuar no longa, baseado na história real da repórter Marina Alves, “sua luta contra um câncer e os milagres que aconteceram durante o tratamento”. Após a estreia, em fevereiro, Dani participou de uma campanha nacional em março incentivando doação de sangue e medula. A atriz relatou que passa por “doses cavalares” de quimioterapia, o que tem causado queda capilar.

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Dani Gondim divulgou diagnóstico de câncer meses após interpretar personagem com linfoma - Foto: Reprodução

No relato, ela disse: “Eu tenho uma família que me faz sentir segura e amparada e que me faz ter certeza de que tenho um lar para voltar. Então, sim, é um tratamento muito difícil, não queria estar passando por isso, mas sou muito grata pela vida que eu tenho”.

O filme Milagre do Destino está disponível no Globoplay. Dani Gondim e Rhaisa Batista protagonizam a produção dirigida por Alexandre Klemperer e realizada pela TV Verdes Mares. A obra acompanha a história de Marina Alves, diagnosticada em agosto de 2021 com linfoma linfoblástico de células T. Após a descoberta, a repórter iniciou sessões de quimioterapia e, cerca de um mês depois, foi informada da necessidade de transplante de medula óssea.

Marina relatou: “Alguns meses depois, a batalha que na arte retratei começou a fazer parte da minha vida. Hoje tenho um câncer para chamar de meu”. Até então, ela acreditava ser filha única, o que dificultava a busca por doador. Aos 33 anos, descobriu a existência da irmã Lumara, por parte de pai. O contato entre elas começou antes da confirmação do parentesco, quando Lumara já seguia Marina nas redes sociais e havia enviado mensagem sobre a semelhança física entre as duas.

As duas voltaram a se encontrar quando Marina estava internada no hospital em que Lumara trabalhava como técnica de enfermagem no banco de sangue.

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