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Meio Ambiente
Após recorde de incêndios, ministro e senadores sobrevoam áreas queimadas no Pantanal
Comissão está em Corumbá (MS) para acompanhar a situação das queimadas no Pantanal. Ricardo Salles acompanha os trabalhos
Redação
03/10/2020 | 14:58

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB) e os senadores da comissão temporária externa que acompanha as ações de enfrentamento aos incêndios no Pantanal fizeram, na manhã deste sábado 3, um sobrevoo às áreas queimadas. A senadora Simone Tebet (MDB-MS), integrante da comissão, descreveu em suas redes sociais o que viu: “não há água e nem verde e sobraram só os leitos dos rios”.

O número de focos de queimadas no Pantanal chegou a 8.109 em setembro e bateu o recorde desde o início das medições do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em 1998. 

Ricardo Salles disse que o momento é de união de esforços: “É um momento claro de união de esforços, do legislativo, do senado, do poder executivo e governo estadual para que a gente possa planejar. O governo federal aumentou os brigadistas e trouxe as aeronaves, mas precisamos ver o que mais pode ser feito”.

Esta é a segunda diligência da comissão ao local das queimadas, como previsto no plano de trabalho aprovado no fim de setembro. A visita foi a Corumbá (MS), que lidera o número de focos de calor. No último dia 19, a comissão esteve em Poconé (MT). O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, destacou na sua conta do Twitter os trabalhos deste sábado.

Após o sobrevoo, senadores e ministro foram Centro de Convenções do Pantanal, para reunião de trabalho. Além de Simone Tebet, estavam presentes os senadores Wellington Fagundes (PL-MT), Nelsinho Trad (PSD-MS) e Soraya Thronicke (PSL-MS) e o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB) e outras autoridades locais e representantes da sociedade civil. 

Nesta sexta 2 , a comissão do Senado sobre as queimadas no Pantanal aprovou requerimento para que o ministro Salles apresente informações sobre multas ambientais aplicadas pelo Ibama nos biomas brasileiros, especialmente Pantanal e Amazônia. Pela Constituição, o ministro tem 30 dias para prestar os dados. Caso se recuse ou não cumpra o prazo, pode responder por crime de responsabilidade.

Pelo requerimento apresentado por Simone Tebet, o colegiado pede dados sobre o montante de multas aplicadas desde 2015 decorrentes de ações de fiscalização para combate ao desmatamento ilegal e às queimadas ilegais.

*As informações são do R7

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