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Inovação

Startup do RN é semifinalista em concurso internacional de inovação tecnológica

Neuromate desenvolve plataforma de neuromonitoramento neonatal a partir de pesquisas da UFRN e disputa etapa da competição em São Paulo.
Agora RN
05/11/2026 | 16:21

Uma startup potiguar que desenvolve tecnologia para o monitoramento da saúde de recém-nascidos foi classificada como semifinalista de um concurso internacional de inovação científica e tecnológica. A Neuromate, empresa incubada no Parque Tecnológico Metrópole Digital (Metrópole Parque), participa do HISIC 2026, competição organizada pelo comitê executivo da Zona de Cooperação Aprofundada Guangdong-Macau, na China.

A próxima etapa será realizada em São Paulo, nos dias 3 e 4 de novembro. A empresa desenvolve uma plataforma de saúde digital voltada ao neuromonitoramento neonatal, com o objetivo de contribuir para a identificação precoce de riscos neurológicos em recém-nascidos.

Campus da UFRN, base das pesquisas da startup Neuromate, semifinalista em concurso internacional
A Neuromate, startup incubada no Parque Tecnológico Metrópole Digital, foi classificada como semifinalista do HISIC 2026. A empresa desenvolve uma plataforma de neuromonitoramento neonatal baseada em pesquisas da UFRN. — Reprodução

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A tecnologia foi desenvolvida a partir de pesquisas realizadas no Instituto do Cérebro e na Maternidade Escola Januário Cicco, ambos vinculados à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A solução também busca otimizar o cuidado clínico e fortalecer estratégias de neuroproteção infantil.

A edição de 2026 do HISIC recebeu projetos de diferentes setores tecnológicos, como inteligência artificial, manufatura avançada, energia sustentável e saúde. Os finalistas concorrem a prêmios e incentivos financeiros, além de oportunidades de acesso ao mercado chinês.

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Segundo o professor Richardson Leão, CEO da Neuromate, a classificação representa um avanço na internacionalização da empresa e na busca por parcerias tecnológicas.

“Sendo a China a verdadeira ‘fábrica do mundo’, consolidar parcerias industriais e tecnológicas com aquele país será uma grande oportunidade para democratizar nossa tecnologia, viabilizando a produção em escala de equipamentos de ponta a um custo acessível para qualquer UTI neonatal, independentemente da região ou dos recursos”, afirmou.

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