O Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Polícia Civil foram à unidade de uma empresa privada, em Emaús, neste domingo 25, após uma denúncia de que funcionários estariam sendo impedidos de sair para votar no segundo turno das eleições de 2026.
Segundo relatos, um possível erro no sistema teria zerado as horas extras dos trabalhadores. Conforme as informações repassadas, essas horas seriam utilizadas pelos funcionários para viabilizar a saída durante o expediente para votar.

Os relatos também apontam que não teria havido comunicado oficial da empresa sobre o suposto problema. Além disso, alguns funcionários que teriam saído mais cedo para votar poderiam ter recebido descontos salariais.
Até o momento do relato, não havia confirmação oficial sobre as circunstâncias da denúncia nem informações sobre eventuais medidas adotadas pelos órgãos presentes no local.