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Investigação

Foragido há 39 anos, potiguar é preso no Rio de Janeiro

João Maria de Almeida Bezerra e dois irmãos, segundo apurou a polícia potiguar, mataram João Zito, em 1980, com socos e chutes após uma discussão na saída de um bar na Praia do Meio
Agora RN
29/06/2019 | 15:38

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), conseguiu localizar o autor de um assassinato cometido em 1980 e que estava foragido da Justiça. João Maria de Almeida Bezerra, de 58 anos, foi preso em uma ação conjunta com o Ministério Público do Rio de Janeiro. Ele é condenado a 12 anos de prisão pelo assassinato de João Zito da Cunha, crime cometido em Natal.

João Maria de Almeida Bezerra e dois irmãos, segundo apurou a polícia potiguar na época do crime, mataram João Zito com socos e chutes após uma discussão na saída de um bar na Praia do Meio.

Foragido há 39 anos, potiguar é preso no Rio de Janeiro

Os três irmãos foram presos em flagrante, mas fugiram anos depois se aproveitando de uma licença para passar o feriado da Semana Santa em casa. Desde então, os três estavam foragidos.

O Gaeco/MPRN, através de um trabalho investigativo realizado pelo Projeto Memória, localizou João Maria na cidade do Rio de Janeiro. O MPRN enviou ao MPRJ o mandado de prisão expedido contra o autor do assassinato e ele foi detido.

A Guia de Execução Penal Definitiva de João Maria será encaminhada à Justiça do Rio de janeiro, onde dele deverá cumprir a pena a qual foi condenado.

Contatos

A população pode colaborar com o MPRN na localização de criminosos. Para isso, o MPRN oferece um canal direto para denúncias de crimes em geral, o Disque Denúncia 127. A identidade da fonte será preservada. Além do telefone, as denúncias também podem ser encaminhadas por Whatsapp para o número (84) 98863-4585 ou e-mail para [email protected]. Os cidadãos podem encaminhar informações em geral que possam levar à prisão de criminosos, denunciar atos de corrupção e crimes de qualquer natureza. No Whatsapp, são aceitos textos, fotos, áudios e vídeos que possam comprovar as informações oferecidas.

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