O Rio Grande do Norte recicla 25% dos resíduos que produz, embora a estrutura instalada dê conta de 52%. A diferença tem um nome, segundo o setor: falta de coleta seletiva nos municípios. Sem separação na origem, parte das indústrias fica sem matéria-prima para trabalhar.
Os números são da nova presidente do Sindrecicla-RN, Fernanda Medeiros, em entrevista publicada no sábado 19. Ela contabiliza 143 empresas potiguares com atividade registrada no ramo, das quais 32 são associadas ao sindicato.

Capacidade ociosa
Na prática, metade do parque instalado trabalha abaixo do que poderia. A entidade cobra das prefeituras a implantação da coleta seletiva, apontada como o gargalo que impede o material reciclável de chegar às linhas de processamento em volume suficiente.