A expansão dos carros elétricos já mexe com o dia a dia de oficinas e concessionárias no Rio Grande do Norte. O que antes era serviço de motor e mecânica passou a envolver eletricidade em alta tensão, e isso muda o protocolo da bancada.
Sistemas que operam acima de 500 volts exigem procedimentos que o carro a combustão não pedia: desenergizar o veículo, isolar o circuito e usar equipamento de proteção antes de encostar a ferramenta na peça.

A consequência aparece na agenda das escolas técnicas. A procura por formação cresce porque o reparo leva mais tempo, exige conhecimento sobre baterias e segue protocolos de segurança próprios, que o profissional precisa dominar antes de atender o primeiro carro elétrico.