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Saúde

Hospital Onofre Lopes protocola projeto de novo prédio e prevê ampliação de 63 leitos em Natal

Previsão é de que a licitação aconteça ainda em 2025 e a obra tenha início em 2026
Redação
17/09/2025 | 11:44

O Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol-UFRN), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), protocolou neste mês o projeto do novo prédio junto à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb-Natal) e, no dia 28 de agosto, na Coordenadoria de Vigilância em Saúde de Natal (Covisa). A medida marca mais uma etapa do processo de expansão da unidade.

O documento também será protocolado no Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte e na Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU), instâncias necessárias para viabilizar a licitação da obra.

Leito de hospital - Imagem ilustrativa - Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Leito de hospital - Imagem ilustrativa - Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O investimento inicial é de R$ 40 milhões, garantido pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 3) do Governo Federal. De acordo com o gerente administrativo do Huol, Rodrigo Briozo, a nova construção permitirá ampliar a UTI adulto de 19 para 30 leitos, a UTI pediátrica de 5 para 10 leitos, além de aumentar o número de salas cirúrgicas de 10 para 12. O projeto também prevê a criação de 15 novos leitos de Unidade Semi-Intensiva e a construção de uma nova Central de Material Esterilizado. Com isso, a capacidade do hospital passará de 240 para 303 leitos, totalizando 63 novos leitos.

A entrega do projeto na Covisa foi feita ao diretor do Departamento de Vigilância em Saúde, José Antônio de Moura; à chefe do Setor de Vigilância Sanitária, Rafaela Masera Lopes; ao arquiteto do Serviço de Análise de Projetos Arquitetônicos; e à chefe do Núcleo de Serviços de Saúde, Bryanda Batista de Mota Silva. Já na Semurb, o recebimento foi realizado pelo secretário Thiago de Paula Nunes Mesquita.

A previsão é de que a licitação aconteça ainda em 2025 e a obra tenha início em 2026.

A superintendente do Huol, Eliane Pereira, afirmou que a iniciativa permitirá que os órgãos públicos avaliem as novas instalações e autorizem a sequência do processo.

“Essa é uma iniciativa essencial, que vai contribuir significativamente para o gerenciamento dos leitos de UTI. Por ser um hospital de alta complexidade, temos grande demanda nesse setor, em função dos procedimentos realizados. Os pacientes mais graves, que necessitam de cuidados intensivos, precisam dessa retaguarda”, disse.

Ela acrescentou que “essa conquista representa um avanço importante para a população e para o ensino, ampliando a oferta de procedimentos tão necessários a todos”.

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