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Caged

RN registra saldo positivo de 2,2 mil vagas de emprego com carteira assinada em maio

Resultado foi obtido a partir de 23.696 contratações e 21.476 desligamentos.
Redação
01/07/2025 | 08:00

O Rio Grande do Norte encerrou o mês de maio com saldo positivo de 2.220 novos empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta segunda-feira 30 pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado foi obtido a partir de 23.696 contratações e 21.476 desligamentos.

No acumulado de 2025, entre janeiro e maio, o Estado soma agora 5.356 postos de trabalho com carteira assinada. Considerando os últimos 12 meses, o resultado é ainda melhor: saldo de mais de 30 mil novas vagas formais.

De acordo com o IBGE, 37% deles tinham carteira assinada. Foto: José Aldenir/Agora RN.
Estado soma agora 5.356 postos de trabalho com carteira assinada - Foto: José Aldenir/Agora RN.

O desempenho em maio foi positivo em quatro dos cinco setores econômicos analisados. O único setor com mais demissões que contratações foi o de Serviços, que fechou com saldo negativo de 1.524 vagas. Os demais setores registraram alta: Indústria (+ 2.974), Agricultura (+ 356), Comércio (+ 349) e Construção (+ 65).

Em comparação com maio de 2024, houve uma redução de 23% na geração de empregos, saindo de 2.888 vagas abertas para 2.220.

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Entre os municípios, a capital Natal abriu em maio 510 novas vagas com carteira assinada no período, resultado de 10.877 admissões e 10.367 desligamentos. É o 4º mês consecutivo em que Natal registra saldo positivo no emprego. No acumulado de 2025, já são 4.188 postos de trabalho criados – número que coloca a capital em 1º lugar entre os municípios do Rio Grande do Norte na geração de empregos neste ano.

Ao fim de maio de 2025, ainda conforme os dados oficiais, no fim de maio, o Rio Grande do Norte tinha um saldo de 540 mil empregos com carteira assinada.

Em todo o País, a economia gerou 148,99 mil empregos formais em maio deste ano. Foram 2,256 milhões de contratações e 2,107 milhões de demissões. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, que teve geração de 139,55 mil empregos formais, houve uma alta 6,7%, conforme dados oficiais.

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