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Guerra

Israel recebe nova lista com o nome de 13 reféns que vão ser libertados pelo Hamas no sábado

Redação
25/11/2023 | 05:00

Após a libertação de 24 reféns nesta sexta-feira 24, as autoridades israelenses receberam uma segunda lista com o nome de 13 pessoas que poderão deixar a Faixa de Gaza no sábado 25. Como parte do acordo de cessar-fogo temporário firmado, o Estado judeu deve soltar, por sua vez, ao menos 39 palestinos (mulheres e menores de idade) mantidas em presídios.

“O Mossad e as Forças Armadas de Israel (IDF, na sigla em inglês) receberam a lista dos sequestrados que serão liberados amanhã [sábado], seguindo o cronograma. Os oficiais de segurança estão verificando a lista”, escreveu o Gabinete do premier israelense, Benjamin Netanyahu, no X (ex-Twitter).

Refém liberada nesta sexta-feira pelo Hamas, em acordo com Israel - Foto: Reprodução
Refém liberada nesta sexta-feira pelo Hamas, em acordo com Israel - Foto: Reprodução

A estimativa é que os novos reféns sejam libertados antes das 16h no horário local (às 11h segundo o horário de Brasília), de acordo com o jornal israelense Haaretz. Isso porque costuma ser nessa hora que as Forças Armadas fazem uma vigilância aérea no norte da Faixa de Gaza.

Os nomes dos reféns a serem libertados já foram divulgados às respectivas famílias, de acordo com o comunicado do governo de Israel. Na sequência, devem ser estabelecidos também os palestinos que deixarão as prisões israelenses, também no sábado.

A indicação é que os números de sábado devem ser iguais aos desta sexta-feira: 13 israelenses e 39 palestinos. Segundo o Haaretz, Israel espera que, uma vez libertados 50 reféns, o Hamas aceite retornar até 30 mulheres e crianças capturados no dia 7 de outubro, incluindo os que estão em poder de outros grupos, como a Jihad Islâmica.

Na sexta-feira, 24 pessoas deixaram a Faixa de Gaza: além dos israelenses, 10 tailandeses e um filipino foram libertados a partir de um comboio de carros da Cruz Vermelha.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, comentou a libertação dos reféns e indicou também que esse primeiro grupo era “só o começo”. Há, disse ele, “possibilidades reais” de prorrogar uma trégua temporária em Gaza.