Mais do que uma boa relação com o mercado publicitário, uma agência de propaganda comprometida com o crescimento de seus clientes precisa perseguir a inovação. É uma regra de ouro dos negócios bem sucedidos, que ignora os percalços do meio do caminho e trabalha para antecipar os problemas antes mesmo que eles apareçam.
É claro que é difícil, mas aqueles que se dão bem nessa missão assumem o protagonismo do processo, sinalizando o caminho para outras empresas, dentro e fora de sua área de atuação, construindo as novas tendências.
É o caso da Executiva – Agência de Comunicação, que completa 18 anos no próximo dia 15 de março e tem assento cativo no seleto grupo das mais relevantes empresas do mercado publicitário potiguar.

Nascida da iniciativa de dois ex-executivos do Grupo Band no RN – Odemar Neto e Erick Gurgel – em 2003, a trajetória premiada da Executiva, no entanto, está longe de ser obra do acaso.
“Começou a partir de um sólido relacionamento com muitos dos quais viriam ser nossos clientes, numa época em que a economia do país era bem mais pujante e colhia grandes êxitos na indústria do turismo e da construção civil”, resume Odemar.
Esta semana, o publicitário recebeu pontualmente o Agora RN numa das salas da nova sede da agência no Manhattn Business Office, um sofisticado empreendimento empresarial quase na divisa dos bairros de Tirol e Petrópolis.
Ainda em processo de ocupação, o Manhattn é uma torre empresarial que atraiu tanto os donos da Executiva que eles não hesitaram em se mudar da antiga sede, em plena pandemia da Covid-19. Boas razões não faltaram.
“Sentíamos falta de um auditório, de garagens e de uma estrutura com segurança que acolhesse confortavelmente nossos clientes e fornecedores”, diz Odemar.
Ou seja, no momento em que as empresas se retraíam ainda perplexas com os efeitos da pandemia, a Executiva fez exatamente o contrário: foi agressiva – no melhor sentido da expressão. Ao invés de se retrair, expandiu.
E o resultado é hoje uma operação frenética, com gente entrando e saindo das salas, reuniões se alternando e ações nascendo, sem que isso represente aglomeração, já que 40% dos 30 colaboradores contratados da empresa trabalham em regime de home office.
“O que para nós é mais do mesmo, já que muito antes da pandemia o trabalho remoto era uma rotina por aqui”, lembra Odemar, enquanto combina uma produção de imagens para um cliente com o sócio Erick Gurgel.
Amigos de longa data, ambos vieram do setor de eventos, onde colecionaram uma rede de bons contatos que se revelariam valiosos quando resolveram fundar a Executiva (que aparece na logomarca com letras minúsculas, mas que neste texto tem a inicial maiúscula para não confundir o leitor).
“Sempre tivemos em nosso quadro profissional o trabalho em home office de equipes extras, além da presencial, e com o passar do tempo resolvemos adotar o sistema com mais intensidade, seguindo as tendências de transformações mundiais”, explica Erick Gurgel.
Para chegar ao formato atual da agora Execom – junção dos nomes Executiva e Comunicação -, os sócios visitaram algumas agências em São Paulo, estado referência da publicidade no mundo, com a missão de apurar a relação de modernas agências nos edifícios comerciais.
“Não seria preciso nem dizer que resolvemos adotar aqui em Natal este mesmo modelo, pensando em equipamentos para que a operação fluísse como estacionamento amplo e estrutura com cafeteria, salas de reuniões, auditório e salão de eventos, juntamos tudo o que sonhávamos em um mesmo espaço”, acrescenta o Executivo Erick Gurgel.
Com ex-criativos hoje em importantes agências brasileiras, a usina de idéias e iniciativas em que se transformou a Execom, domina atualmente todas as plataformas de comunicação, colocando-as a serviço de uma carteira de mais de 40 clientes, entre públicos e privados.
“O que temos aqui é um time de colaboradores que não se limita ao RN ou ao Nordeste, mas estão espalhados pelo país, trabalhando sob demandas específicas para atender o que o cliente realmente precisa”, garante Odemar.