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Operação 404

Ministério da Justiça faz operação contra pirataria digital no RN e em outros 9 estados

Ao todo, estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em dez estados, além do bloqueio e suspensão de 252 sites e 65 aplicativos de streaming
Redação
05/11/2020 | 08:11

O Ministério da Justiça e Segurança Pública deflagrou, na manhã desta quinta-feira 5, a segunda fase da Operação 404, de combate à pirataria digital. Com a ajuda das polícias civis, mandados estão sendo cumpridos no Rio Grande do Norte e em outros nove estados.

No RN, a Polícia Civil informou que um dos alvos da operação foi localizado na cidade de Florânia. Computadores foram apreendidos e uma mulher conduzida à delegacia para prestar esclarecimentos.

Ministério da justiça faz operação contra pirataria digital no Rio Grande do Norte e em outros 9 estados
Documentos, cartões, arma e dinheiro apreendidos na Bahia durante a operação. Foto: Arquivo pessoal

As ações são coordenadas pela Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública e a operação conta com a colaboração das embaixadas dos Estados Unidos e do Reino Unido no Brasil.

Ao todo, estão sendo cumpridos, por determinação judicial, 25 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio e suspensão de 252 sites e 65 aplicativos de streaming – que transmitem filmes, séries e programas de televisão de forma ilegal.

A Justiça também determinou a desindexação de conteúdo em mecanismos de busca e a remoção de perfis e páginas em redes sociais. Os mandados estão sendo cumpridos nos seguintes estados:

  • Rio Grande do Norte
  • Bahia
  • Ceará
  • Goiás
  • Mato Grosso
  • Minas Gerais
  • Paraná
  • Pernambuco
  • Santa Catarina
  • São Paulo

A força-tarefa, denominada 404, faz referência ao código de resposta do protocolo HTTP para indicar que a página não foi encontrada ou está indisponível.

Em 2019, oito pessoas foram presas em flagrante na primeira fase da Operação 404, e foram cumpridos 30 mandados de busca e apreensão em 12 estados. Os alvos eram suspeitos de operar 210 sites de transmissões ilegais e 100 aplicativos de streaming.

*Com informações da Agência Brasil e do G1

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