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Crime

Carro de policial suspeito de matar ex-compaheira e ex-sogro é encontrado no interior do RN

Veículo foi localizado por equipes das forças de segurança, que isolaram a área para a realização de perícia e coleta de possíveis evidências relacionadas ao crime
Redação
17/07/2026 | 09:08

O carro do policial penal Francisco Hélio da Costa Gomes, suspeito de matar a ex-companheira e o pai dela na zona rural de Maxaranguape, no litoral Norte do Rio Grande do Norte, foi encontrado abandonado às margens da BR-226, entre os municípios de Eloy de Souza e Bom Jesus. O veículo foi localizado por equipes das forças de segurança, que isolaram a área para a realização de perícia e coleta de possíveis evidências relacionadas ao crime.

Segundo as investigações, Francisco Hélio é suspeito de assassinar a ex-companheira, Dayane Gonçalves da Silva, de 37 anos, e o pai dela, Denilson Paiva de Oliveira, de 59 anos, na comunidade de Dom Marcolino. De acordo com a Polícia Civil, o agente não aceitava o fim do relacionamento.

Dayane Gonçalves da Silva, de 37 anos, e o pai dela, Denilson Paiva de Oliveira, de 59 anos, foram assassinados na comunidade Dom Marcolino. Foto: Reprodução
Dayane Gonçalves da Silva, de 37 anos, e o pai dela, Denilson Paiva de Oliveira, de 59 anos, foram assassinados na comunidade Dom Marcolino. Foto: Reprodução

Durante a inspeção no veículo abandonado, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) encontrou um colete balístico pertencente ao policial penal.

O crime

As investigações apontam que Daiane manteve um relacionamento de aproximadamente dois anos com o policial penal. Conforme relatos, o relacionamento era marcado por ciúmes e comportamentos agressivos. Após decidir encerrar a relação, a mulher passou a ser ameaçada pelo suspeito.

No dia do crime, Daiane e o pai estavam na residência quando foram surpreendidos pelo policial penal. Ambos foram atingidos por disparos de arma de fogo e morreram no local.

Francisco Hélio da Costa Gomes permanece foragido. As forças de segurança realizam diligências para localizá-lo e pedem que informações sobre o paradeiro do suspeito sejam repassadas às autoridades por meio dos canais oficiais de denúncia.