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Entenda
Você sabe como funciona a identificação por impressões digitais?
Além da padronagem é importante analisar as irregularidades nas linhas. As minúcias permitem verificar a compatibilidade entre impressões
Por Redação
15/10/2017 | 18:23

Existem milhares de pessoas no mundo, sendo algumas bem semelhantes umas às outras. Apesar de muitas pessoas serem parecidas, existe uma característica que sempre muda de indivíduo para indivíduo: a impressão digital.

A impressão digital é encontrada na ponta dos nossos dedos e refere-se àqueles desenhos formados por pequenas elevações da pele, chamadas de papilas. Essas elevações formam padrões únicos, tão únicos que não se repetem em outros dedos e nem em gêmeos idênticos. Isso se deve ao fato de que a formação das digitais é influenciada também pelo meio que nos cerca, e não apenas pelo DNA.

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Em virtude dessa exclusividade das impressões digitais, elas são colocadas em alguns documentos de identificação, tais como RG e carteira de trabalho. A impressão digital também está sendo usada como forma de identificação em bancos e até mesmo para votar. Em muitos locais do Brasil, a identificação biométrica já é usada como forma de evitar fraudes e deixar a votação mais segura.

O profissional responsável por identificar uma impressão digital é o papiloscopista. É ele quem analisa e compara as impressões digitais disponíveis, identificando, assim, o dono de cada uma delas. Apesar de parecer simples, o papiloscopista deve ser muito atento para conseguir observar as diferenças microscópicas existentes entre uma impressão e outra.

 

 

Fonte: Revista Escola

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