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Política
“Tudo é possível”, diz Agripino sobre federação entre PP, União Brasil e Republicanos
Assunto nos bastidores da política nos últimos dias, ex-senador e presidente do União Brasil descarta repercussão nas eleições deste ano mas deixa possibilidade em aberto para 2024
Redação
09/02/2024 | 08:28

Com a aproximação das eleições, em outubro, o mundo da política já se movimenta nos bastidores. Entre as pautas, uma possível federação entre União Brasil, PP e Republicanos, cujas lideranças têm trabalhado para tirar o plano do papel e torná-lo realidade. Mas para o ex-senador José Agripino Maia, que é o presidente do União Brasil no Rio Grande do Norte, a federação pode até sair, mas não deve ter impacto para as eleições deste ano.

Por telefone, quando questionado a respeito da federação, Agripino foi enfático ao dizer que não haverá reflexos no pleito eleitoral de outubro deste ano. “Se isso vier acontecer, não terá repercussão nenhuma para esta próxima eleição para prefeito”, avaliou.

No entanto, não rechaçou a possibilidade de uma federação entre os partidos para as eleições de 2026, que haverá disputa para o governo do Rio Grande do Norte e também para a presidência da República. “Em política tudo é possível. Nem é certo nem é errado. É uma coisa possível, é uma coisa que sai com orientação. É fácil acontecer? É muito complicado uma federação dessa acontecer, mas é possível que ela venha acontecer”, disse.

Questionado a respeito dos reflexos que esta federação poderia causar no cenário político potiguar, Agripino preferiu não se manifestar. “Eu não vou emitir uma opinião sobre uma hipótese. Aí você estaria colocando na minha boca uma opinião de um fato que vai acontecer. Eu não vou fazer isso”, desconversou.

Nesta semana, a coluna Opinião, do AGORA RN, informou que este era um plano ainda para as eleições de 2024. Nas últimas duas semanas, caciques dos três partidos decidiram encaminhar uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para dirimir todas as dúvidas sobre uma eventual associação partidária entre os partidos. A dúvida é se uma federação partidária pode ser instituída faltando este tempo para as eleições.

Na prática, a federação partidária operaria como uma só legenda e, por esse motivo, estaria submetida às mesmas regras aplicadas aos partidos políticos. Informações de bastidores apontam que, no Rio Grande do Norte, os deputados federais Paulinho Freire (União Brasil), João Maia (PP) e Robinson Faria, que está de saída do PL, articulam para que este último assuma o Republicanos no Estado.

Robinson teria tido uma conversa no fim de semana com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e o líder do União, deputado Elmar Nascimento (BA). Robinson tem votado a favor de pautas da base do Governo Lula desde o ano passado. Assim, Paulinho torce para que dê tempo para a formalização neste ano. O Republicanos teria que caminhar ao lado dele.

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