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Direito Natal

Revoluções tecnológicas no Judiciário: TRT cria robô capaz de economizar milhares de horas de trabalho humano

Hugo Lima
01/02/2021 | 15:57

O uso de Inteligência Virtual na Justiça brasileira já é realidade em alguns tribunais. Os robôs têm como finalidade otimizar e agilizar tarefas repetitivas que demandam tempo para serem executadas.

Sob a justificativa de um futuro em que menos servidores públicos terão de dar conta de mais trabalho, o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, anunciou seu mais novo trunfo: robôs.

Revoluções tecnológicas no judiciário: trt cria robô capaz de economizar milhares de horas de trabalho humano
Imagem ilustrativa - Foto: Getty Images/iStockphoto

A justificativa é que a força de trabalho diminuiu e a tendência é de que diminua ainda mais, a fim de se adequar às regras da Emenda Constitucional nº 95/2006, que limita os gastos da União com despesas primárias.

Conforme realidade exposta pelo próprio TRT, hoje, o Tribunal tem 204 vagas abertas de servidores públicos e apenas 5 liberadas para nomeação pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT).

No final do mês de janeiro, o Tribunal apresentou o Robô Judiciário 1, ou RJ-1. Trata-se de um algoritmo complexo capaz de executar uma série de tarefas necessárias, mas repetitivas, para permitir a realização de audiências por videoconferência.

O robô agenda uma videoconferência no Zoom; emite uma certidão a ser publicada no processo judicial; envia um e-mail com a informação para os advogados; e publica a intimação no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho.

O RJ-1 entrou no ar no dia 25 de janeiro de 2021, em meio a testes e treinamentos. Em apenas cinco dias, ele havia agendado 3.035 audiências, feito 3.015 publicações no DEJT, enviado 9.074 e-mails e economizado 506 horas de trabalho noturno.

Lembrando que o uso de Robôs não é tão novidade assim. Temos Victor, Luzia e Clara, alguns dos nomes atribuídos aos robôs presentes no cotidiano na Justiça Brasileira.

A nível local, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o Tribunal de Justiça do estado criou três robôs: Clara, Jerimum e Poti. Todos criados com o intuito de ajudar o estado a reduzir o acumulo de decisões judiciais.

Para além dos que sonham com a carreira no serviço público, o receio de ser substituído pelas máquinas também já é observado entre advogados.

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