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Prejuízo
Terceira marca retira patrocínio à Copa América no Brasil
Motivo entre empresas é o mesmo: apoio ao protocolo sanitário de combate à pandemia
O Globo
10/06/2021 | 16:19

Mais uma marca optou por desvincular o nome da Copa América. A fabricante de bebidas Diageo anunciou, nesta quinta-feira, que não irá mais patrocinar o torneio no Brasil, por conta da situação sanitária do país, no combate à pandemia do novo coronavírus.

Confira a nota abaixo:

“ A Diageo, líder mundial em bebidas alcóolicas premium, anuncia que irá retirar suas ações de marca no Brasil no âmbito de patrocínio da Copa América, diante da situação sanitária brasileira atual e em respeito ao momento da pandemia do Covid-19. Os termos do patrocínio foram acertados quando o evento estava previsto para ser realizado na Colômbia e na Argentina.

A Diageo reitera seu compromisso com a sociedade observando os protocolos de segurança e ações institucionais que contribuam para a mitigação da pandemia ”, express a empresa.

Essa é a terceira marca que anuncia a remoção do apoio ao torneio, já que a Conmebol decidiu sediá-lo no Brasil. Na última quarta-feira, a Ambev, produtora de bebidas, também disse que não iria mais patrocinar o campeonato; no dia anterior, foi a operadora de cartões de crédito MasterCard.

A cota de patrocínio prevê que as marcas das empresas sejam exibidas em placas de publicidade na beira do gramado e durante a inserção de jogadores e comissão técnica, além de ações de marketing.

A Copa América seria disputada na Colômbia e na Argentina. No entanto, os países desistiram de sediar uma competição por causa de protestos e pelo surto de Covid-19, respectivamente. Como a competição ficaria sem sede, o Brasil aceitou receber o torneio. E desde então, a decisão tem sido contestada.

O Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta quinta-feira três ações que tentam barrar a realização da Copa América no Brasil. O placar, por enquanto, está em 4 a 0 para que o torneio possa ser realizado no país. Os votos dos ministros Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Edson Fachin e da ministra Cármen Lúcia foram executados em ações diferentes que questionam a realização da competição.

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