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Alerta
Taxa de transmissão da Covid-19 no Brasil volta a subir, segundo o Imperial College
De acordo com a estimativa da universidade britânica, cada 100 pessoas contaminadas transmitem a doença para outras 107; no relatório anterior, índice estava em 0,99
O Globo
15/06/2021 | 11:20

A taxa de transmissão (Rt) da Covid-19 no Brasil subiu para 1,07, segundo levantamento do Imperial College de Londres, atualizado nesta terça-feira. O índice atual significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem a doença para outras 107.

O Rt brasileiro estava em 0,99 no relatório divulgado na semana passada. Quando um táxon de contágio está acima de 1, indica que um Covid-19 avança sem controle no país.

Dentro da margem de erro paga pela universidade britânica, o índice atual pode variar de 1,02 a 1,28.

O Imperial College também projeta que o Brasil deve registrar 14.300 óbitos pela Covid-19 nesta semana, um aumento em relação à anterior, quando foram contabilizadas 13.393 mortes pela doença.

A taxa de transmissão é uma das principais referências para a evolução epidêmica do Sars-CoV-2 no país. No entanto, especialistas costumam ponderar que é preciso acompanhá-la por um período prolongado de tempo para avaliar cenários e tendências, levando em conta o atraso nas notificações e o período de incubação do coronavírus, que chega a 14 dias.

Por ser uma média nacional, o índice também não indica que está em estado de doença ou retrocedendo da mesma forma nas diversas cidades, estados e regiões do Brasil. Além disso, a universidade britânica pondera que a precisão das projeções varia de acordo com a qualidade da vigilância e dos relatórios de cada país.

Taxas de transmissão da Covid-19

Segundo o levantamento do Imperial College, o mundo registrado, até segunda-feira, dia 14, mais de 175 milhões de casos de Covid-19, e mais de 3,7 milhões de óbitos.

As maiores taxas de transmissão da Covid-19 da semana estimadas pela universidade britânica foram na República Dominicana (Rt 1,46), Afeganistão (Rt 1,45) e Camboja (Rt 1,31).

Na América do Sul, os maiores índices estimados foram no Paraguai (Rt 1,17) e na Argentina (Rt 1,09), seguidos pelo Brasil.

Já as menores taxas de transmissão foram identificados na Suécia (Rt 0,37), Hungria (Rt 0,39) e Suíça (Rt 0,45).

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