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2020
Retrospectiva da música potiguar
Fim do ano chegou e o Agora RN preparou uma homenagem aos artistas locais, que continuaram fazendo música mesmo em meio à pandemia
Nathallya Macedo
30/12/2020 | 10:48

Em abril deste ano, o Agora RN criou o caderno de cultura com o intuito de dar espaço aos artistas locais. Foram veiculadas diversas reportagens ao longo dos últimos meses, trazendo entrevistas exclusivas com cantores, cantoras, atrizes, atores, cineastas, ilustradores, pintores, bailarinos, bailarinas, escritores e escritoras. Enfim, o objetivo principal sempre foi propagar a cultura potiguar – que segue em progresso constante. Hoje, o jornal presta homenagem a alguns dos músicos que continuaram produzindo mesmo em meio à pandemia da Covid-19 (como o espaço é limitado, foram escolhidos apenas 9 representantes da classe). Mas ficam aqui os nossos melhores desejos para todos os artistas potiguares que resistem, apesar das dificuldades. Afinal, a arte salva.

Luísa e os Alquimistas

Retrospectiva da música potiguar
Luísa e os Alquimistas. Foto: Reprodução

Nascido em 2015, o grupo já participou de vários festivais no estado e chamou a atenção dos potiguares com composições autorais divertidas, além da mistura de ritmos totalmente eufórica. O terceiro álbum da banda, lançado em 2019, não foi intitulado “Jaguatirica Print” por mera coincidência. As estampas de Luísa e os Alquimistas são vistas e ouvidas desde o primeiro single, “Brechó”, lá de 2016. Neste ano, a banda participou de diversas lives.

Pedro Rhuas

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Pedro Rhuas. Foto: DogMan

Pedro Rhuas tem 24 anos, nasceu em Mossoró e foi criado entre o Rio Grande do Norte e o Ceará. Em 2020, o jovem artista lançou cinco músicas autorais. Ele começou o ano com “Enquanto eu não te encontro”, e depois passou por “Máquina do Tempo”. Também lançou uma colaboração com Tiago Terras na faixa “Tocando o Coração” e experimentou o inglês no single “Left Behind”. Recentemente, lançou o single “Noites de Natal”.

Camomila Chá

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Camomila Chá. Foto: Diego Marcel

O Camomila Chá lançou o segundo álbum autoral, intitulado “Reconexão”. Para Camila Pedrassoli e Juliana Furtado, idealizadoras do grupo, o disco representa a necessidade de observar a essência de cada um em busca do estado de serenidade. Ao lado das convidadas especiais Tiquinha Rodrigues, Vitória de Santi, Marie Gabriella, Bia Wolf e Ju Strassacapa, as artistas produziram 6 faixas com letras de cantos sagrados e mantras.

Clara

Retrospectiva da música potiguar
Clara. Foto: Augusto Júnior

Cantora há mais de uma década, Clara já conquistou prêmios, gravou álbuns e participou de vários projetos, como a Orquestra Boca Seca. Em 2020, ela lançou o EP “Volte e Pegue”, que traz sonoridades da matriz africana e letras que demonstram as influências ancestrais. O single “Força”, por exemplo, entrega o trecho: “força, meu povo negro. Força, minha mãe negra. Segura minha mão, mana preta. Nossos dias chegarão”

Amém Ore

Retrospectiva da música potiguar
Amém Ore. Foto: Emanuismo

Amém Ore é homem trans e leva para o rap as próprias vivências. Ele encontra no hip hop uma forma de homenagear a ancestralidade preta, além de narrar uma experiência mais particular como uma pessoa parte da comunidade LGBTQIA+. Inspirado por artistas nacionais como Emicida, Projota e Rashid, e por rappers da cena local, o primeiro EP de Amém Ore, intitulado “IRA”, tem três músicas autorais e foi lançado no fim de julho.

Luan Bates

Retrospectiva da música potiguar
Luan Bates. Foto: Clara Cortêz

Em um tom confessional, Luan Bates criou uma atmosfera intensa e autêntica para o segundo álbum – lançado em setembro. Apesar de ser intitulado “Nothing Left to Say” (nada mais a dizer, traduzido do inglês), o jovem elencou vários questionamentos, dialogando e exibindo algumas contradições presentes na sociedade moderna, além de outros incômodos pessoais. O disco é conduzido por guitarras pesadas e sustenta influências do rock.

Concílio de Trento

Retrospectiva da música potiguar
Concílio de Trento. Foto: Divulgação

A banda lançou, em outubro, o segundo disco da carreira, intitulado “Vestígio”. A sonoridade singular do grupo é revelada em “Frio”, single lançado junto a um clipe gravado no litoral potiguar. A canção traz solos de guitarra marcantes em uma melodia forte, auxiliada por letras reflexivas: “o frio nada mais é do que ausência de calor, já a felicidade só existe acompanhada com a dor”. Para “Vestígio’’, o grupo buscou inspirações até no forró baião.

Eliano

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Eliano. Foto: Divulgação

Eliano sempre foi impulsionado pela vontade de viajar e de viver experiências inéditas. Nascido em Pau dos Ferros, no Oeste potiguar, ele agora mora na Paraíba – onde dá aulas de língua portuguesa. A mudança de ares é inspiração do 2º álbum do artista, que deve ser lançado em breve. Com letras que revelam um Eliano calmo e melodias que carregam uma mistura de sonoridades em clima moderno, nasceu o single “A Cura” em outubro.

Filipe Toca

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Filipe Toca. Foto: Diego Marcel

Artista desde os 16, Filipe Toca decidiu há cerca de cinco anos cantar as músicas que escreve. Poeta da vida, gosta de compor sobre os temas do cotidiano de forma leve e amorosa por meio da MPB, com toques de música pop. Em outubro, ele participou do The Voice Brasil, da TV Globo – no time da cantora Iza. Antes, ele lançou a música “Isso vai passar”, uma composição sobre as adversidades causadas pelo isolamento social na pandemia.

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