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Indústria
Presidente da Fiern se reúne com Alckmin em Brasília
O evento aconteceu na sede da Confederação Nacional do Comércio (CNC), em Brasília
Redação
30/11/2023 | 07:57

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), Roberto Serquiz, participou nesta quarta-feira 29, em Brasília, do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, promovido pelo Ministério das Micro e Pequenas Empresas. O evento aconteceu na sede da Confederação Nacional do Comércio (CNC), em Brasília.

No local, o líder da entidade se reuniu com o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e está como presidente em exercício, durante a visita do presidente Lula (PT) à Arábia Saudita. O ministro do Empreendedorismo, Márcio França, também participou do encontro

Ao participar do fórum, Serquiz defendeu uma Agenda de Competitividade voltada à desburocratização de licenciamentos, ao fortalecimento dos Fundos Constitucionais, à aprovação do Marco Legal do Reempreendedorismo, à atualização dos limites do Simples e do teto das MEIs (Microempreendedores Individuais).

“Essa agenda é prioritária e precisa ser urgentemente trabalhada”, afirmou Roberto Serquiz. Ele ressaltou que é inadiável o avanço desta pauta, que atenderia demandas do setor.

Roberto Serquiz ressaltou que as MPEs geram a maior parte dos postos de trabalho e são responsáveis por 28% do PIB no Brasil. “É neste ambiente que a CNI debate propostas de defesa, estímulo e promoção da micro e pequena empresa”, acentuou.

Ele disse também que é nessa circunstância que a Confederação Nacional da Indústria debate propostas de estímulos à rede de apoio às MPEs, que incluem o NAC (Núcleo de Apoio ao Crédito) e o Procompi (Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias).

Roberto Serquiz citou números que reforçam a dimensão e capilaridade das MPEs. Ele destacou que são 15 milhões de MEIs (Microempreendedores Individuais) com CNPJs registrados.

Para o presidente da Fiern, com esses avanços propostos, as micro e pequenas empresas podem contribuir “na redução das desigualdades sociais e no resgate da dignidade das pessoas”.

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