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Economia
Preços elevados de carro popular não tem previsão para voltar ao patamar pré-crise
Em entrevista à CNN Rádio, analista comenta sobre o aumento dos preços de produtos no país.
Redação
27/06/2022 | 20:23

A guerra na Ucrânia, a falta de componentes e a inflação global têm sido os maiores empecilhos do mercado automotivo brasileiro no que se refere aos preços elevados, segundo o analista e especialista do setor automotivo, Flavio Padovan.

Os chips semicondutores – utilizados em aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos e automóveis – tem previsão de duração até o segundo semestre do ano que vem. Situação essa agravada por questões geopolíticas como os sucessivos lockdowns na China e o conflito entre Ucrânia e Rússia, poderosos produtores de paladium e gás neônio, importantes para a produção dos chips.

Uma das consequências disso, como traz Padovan, é o maior foco das montadoras para a produção de veículos de maior rentabilidade para minimizar os efeitos da crise, fazendo com que as opções mais populares desapareçam do mercado.

Embora essa situação possa ser amenizada, o ambiente externo e interno é um conjunto que pressiona os preços para cima, realidade que impede uma resolução em curto e médio prazo. Segundo o analista, o impacto financeiro dessa conjuntura ainda é incalculável para montadoras brasileiras.

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