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Para vereador Aroldo Alves, Prefeitura de Natal desprestigia festejos juninos

19/05/2015 | 16:30

Os vereadores de Natal debateram em audiência pública nesta manhã (19) sobre a realização dos arraiás juninos nos bairros da capital e o apoio financeiro concedido pelo Município. A audiência foi proposta pelo vereador Aroldo Alves (PSDB) e participaram, além dos vereadores, representantes da Fundação capitania das Artes (Funcarte), Fundação José Augusto, Procuradoria do Município, Secretaria de Meio Ambiente (Semurb), Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

De acordo com o vereador Aroldo Alves, a ideia é fazer com que a prefeitura priorize mais os festejos juninos na cidade que ocorrem no próximo mês e desburocratize o processo para concessão dos recursos aos grupos. “É importante que o edital seja melhor explicado aos grupos e que o pagamento seja imediato porque quem promove esses eventos comunitários precisa pagar os custos”, disse Aroldo. Quadrilheiros, coordenadores de arraiás e líderes comunitários relataram as dificuldades enfrentadas pela falta de apoio e pela burocracia que começa na liberação do evento por parte dos órgãos públicos. Alguns alegaram que o pagamento dos editais do carnaval ainda não foram concretizados.

O assessor de imprensa da Funcarte, Dionísio Outeda, informou que há 15 dias já foi lançado o edital para concessão de ajuda de custos aos grupos juninos e que a burocratização tanto no pagamento quanto na liberação dos eventos por parte dos outros órgãos é comum no serviço público que precisa obedecer legalmente alguns procedimentos. “O edital já foi publicado e prevê R$ 300 mil divididos para diversas modalidades de quadrilhas e arraiás. É um apoio que se dá a todas as demandas e os coordenadores precisam ficar atentos para cumprir todos os requisitos e evitar que se demore seja na liberação do evento e também no pagamento que só pode ser feito posteriormente”, disse. O Presidente da Fundação José Augusto, Rodrigo Bico, sugeriu que o assunto pudesse ser tratado constantemente e não apenas nesta época, criando assim uma política de cultura que valorize os eventos de bairros. “A cultura é sempre vista como algo supérfluo e sempre é a primeira a sofrer contingenciamento em caso de redução de custos, por isso a categoria precisa estar unida, debatendo e pressionando para que se mude essa mentalidade”, declarou.

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