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Osvaldo se defende, ataca o MP e quer acareação com Ubarana

05/05/2012 | 19:30

O desembargador e ex-presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ/RN), Osvaldo Cruz, foi, durante várias semanas, o alvo principal – junto ao também desembargador Rafael Godeiro – das denúncias dos réus confessos do processo que apura os desvios de dinheiro da Divisão de Precatórios do TJ, Carla Ubarana e George Leal. Durante muito tempo, também, não se manifestou de nenhuma forma, explicando, por meio de sua família e de seu advogado, Armando Holanda, que não tinha o que responder, pois não estava ciente do que, realmente, era acusado.

Agora, a situação mudou. Chamado para apresentar a defesa prévia ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), onde a ministra e corregedora Eliana Calmon quer a abertura de um processo administrativo contra ele, Osvaldo Cruz se manifestou e assumiu uma postura, literalmente, de contra-ataque: responsabilizou a atual presidente Judite Nunes; desmereceu a Comissão Especial do TJ; acusou Caio Alencar de “suspeição”; pediu uma acariação com a ré Carla Ubarana e, ainda, apontou uma eventual amnésia ou falha na memória seletiva dos promotores do Ministério Público Estadual, responsáveis por encaminhar as denúncias ao CNJ.

As informações estão no O Jornal de Hoje, que traz a íntegra da defesa prévia de Oswaldo ao CNJ.

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