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Melhores do ano
Oscar 2020: os grandes favoritos para a premiação
Agora RN apresenta os palpites de cinéfilos da redação e de Rômulo Sckaff para os maiores prêmios
Redação
07/02/2020 | 02:30

A premiação do Oscar 2020 acontece neste domingo (9) em Los Angeles, nos Estados Unidos, a partir das 22h (horário de Brasília). Enquanto a festa do cinema não chega, o Agora RN apresenta os palpites de cinéfilos da redação e de Rômulo Sckaff, conselheiro da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte (Accirn).

O campeão de indicações deste ano é “Coringa”. A readaptação sombria do clássico dos quadrinhos, estrelada por Joaquin Phoenix, foi indicada em 11 categorias. Na sequência, empatados com 10 indicações, aparecem “O Irlandês” (Martin Scorsese), “1917” (Sam Mendes) e “Era Uma Vez em… Hollywood” (Quentin Tarantino).

A chance de um Oscar brasileiro está com o documentário “Democracia em Vertigem”, da diretora Petra Costa. O longa do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Pelo segundo ano seguido, a festa não terá um apresentador principal. Além disso, este ano é o primeiro da história do Oscar em que todo o processo de votação foi realizado de forma eletrônica. Até 2019, havia a possibilidade de enviar uma cédula por correio.

A festa será transmitida a partir das 21h na TNT (canal pago), que também vai apresentar a chegada dos artistas. Na TV aberta, a Globo vai iniciar a transmissão somente após o Fantástico, por volta das 23h.

Rômulo Sckaff, conselheiro do ACCIRN

Melhor filme – “Coringa” (Todd Phillips)
A categoria muito difícil. Não temos o grande favorito, mas vários filmes muito bons. A minha aposta fica com “Coringa”, mas tem a possibilidade da vitória de “Era uma vez em Hollywood” ou “Adoráveis Mulheres”. O grande azarão será “Jojo Rabbit”, pois fala de tudo o que os americanos gostam: tem Segunda Guerra Mundial, tem judeu e tem criança. Mostra, ainda, que a intolerância se aprende, não se nasce com ela. Ah, “1917” também tem chances.

Melhor ator – Joaquin Phoenix (“Coringa”)
A qualidade de atuação do ator foi primorosa.

Melhor atriz – Renée Zellweger (“Judy: Muito além do arco-íris”)
A atriz encarna Judy Garland. Mostra que temos uma Renée Zellweger para além do [filme] “Diário de Bridget Jones”

Filme estrangeiro – “Parasita” (Bong Joon-ho – Coréia do Sul)
É tão notório que vai ganhar o prêmio que também está indicado para melhor filme do ano.

Melhor documentário – “American Factory” (Steven Bognar e Julia Reichert – EUA)
Mostra algo sobre a identidade americana, embora o documentário brasileiro [Democracia em Vertigem] também tenha chances

Nathalie Alves, diagramadora do Agora RN e diretora de cinema

Melhor filme – “História de um Casamento”
Filme fantástico, com diálogos incríveis. Mas a Academia costuma premiar sempre o do mesmo, e “1917”, de Sam Mendes, deve levar.

Melhor ator – Adam Driver (“História de um Casamento”)
Pelo mesmo motivo que gosto do melhor filme, meu desejo de melhor ator iria para Adam Driver. Está fantástico no papel do diretor de teatro Charlie.

Melhor atriz – Scarlett Johansson (“História de um Casamento”)
Aqui prefiro torcer exclusivamente para a atuação desta atriz que está numa boa fase. Ela foi indicada para atriz coadjuvante, por Jojo Rabbit, e faz jus às nomeações.

Filme estrangeiro – “Parasita” (Bong Joon-ho – Coréia do Sul)
Seria o prêmio de melhor filme do ano, mas, como não vai vencer esta categoria, deve ficar com o prêmio de consolação.

Melhor documentário – Democracia em Vertigem (Petra Costa – Brasil)
Não há aqui o que discutir. Minha total torcida pela obra de Petra Costa, que, apesar da polêmica é, sim, um filme merecedor do Oscar.

Jalmir Oliveira, editor do Agora RN

Melhor filme – “1917” (Sam Mendes)
Uma experiência cinematográfica. O filme perfeito para vencer: tema bélico, ótima fotografia [de Roger Deakins] e plano sequência.

Melhor ator – Joaquin Phoenix (“Coringa”)
Levou todas as grandes premiações anteriores ao Oscar. Favoritaço.

Melhor atriz – Renée Zellweger (“Judy: Muito além do arco-íris”)
Merece o prêmio só pelo trailer do filme.

Filme estrangeiro – “Parasita” (Bong Joon-ho – Coréia do Sul)
Melhor filme do ano. Uma crítica social universal. Poderia ser gravado numa mansão de Tirol ou Lagoa Nova.

Melhor documentário – “Honeyland” (Ljubomir Stefanov e Tamara Kotevska– Macedônia)
Outra mistura amada pela Academia de Hollywood: conflito étnico, proteção do meio ambiente e personagens que batalham pela própria sobrevivência.

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