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Esoterismo
O que os astros reservam para o governo Bolsonaro em 2021?
Segundo informou Francisco Seabra ao Agora RN, o presidente da República terá permanência no cargo questionada
Redação
05/01/2021 | 07:22

Para trazer um panorama geral sobre como será 2021 no Brasil, o astrólogo Francisco Seabra realizou um mapa astral do governo Jair Bolsonaro para o ano que se inicia. Ao Agora RN, Francisco afirmou que o mapa astral do governo de um país influencia diretamente nos rumos de uma nação.

Ele é calculado de acordo com a data, hora e cidade onde se dá a posse do presidente. A partir do mapa da posse, é calculado outros mapas para cada ano de governo, chamados de revoluções solares. É a partir da revolução solar para 2021 do governo Bolsonaro que o astrólogo fez as previsões para o novo ano.

Confira:

  1. A famosa conjunção entre os planetas Saturno e Júpiter no signo de Aquário, ocorrida no último 21 de dezembro, veio para nos dar boas notícias para 2021. De maneira geral, esses astros estão trazendo otimismo e maior respeito e amizade entre as pessoas e povos de todas as nações, fazendo com que os indivíduos se sintam mais leves e livres. Porém, essa energia só será sentida em sua plenitude pelas pessoas que aniversariaram ou comemoram seus aniversários após essa data. Por isso os efeitos da pandemia continuarão a ser sentidos por todo o 2021, com menor intensidade para os que aniversariam no decorrer do ano, apontando para a necessidade de a população continuar no isolamento social pelos próximos 12 meses.
  2. O mapa do governo Bolsonaro para 2021 nos dá informações gerais de como estará o País. O planeta Marte em seu trânsito pelo signo de Áries indica o incremento da política impulsiva, militarista e armamentista do presidente. Ele estará ainda mais agressivo e abrupto do que é seu costume, atitude que trará novos problemas legais e nas relações internacionais.
  3. O aumento de casos da transmissão de coronavírus nos primeiros meses do ano fará com que as pessoas mais atentas continuem buscando as medidas preventivas, como o isolamento, uso de máscaras e, óbvio, a vacina. A saúde passará a ser o principal foco da política de governo, porém continuará sofrendo por ações precipitadas. Haverá maior desenvolvimento tecnológico e as aulas continuarão a ser por videoconferência, apesar da insistência do governo em reabrir as escolas para aulas presenciais. O número de mortes começará a decair lentamente, a partir de março.
  4. Serão feitos novos investimentos na área social e na construção civil que repercutirão positivamente na economia do país.
  5. Bolsonaro precisará se render às evidências do quadro de calamidade em que o país se encontra. Suas preocupações estarão direcionadas especialmente para as questões da saúde. Ele próprio terá a saúde física e mental ainda mais abalada; precisará de atendimentos hospitalares e de fazer uso de medicamentos psiquiátricos para se manter são. Também terá que continuar apagando incêndios jurídicos criados por ele próprio e pelos filhos. O isolamento político fará com que novamente a sua permanência na presidência seja questionada, obrigando-o a usar do destempero e das forças militares para se manter no poder. O mês de fevereiro será um verdadeiro inferno astral para o presidente.
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