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Reflexão
“O que é ser livre?”: jornalista e psicóloga discutem com educandos do interior do RN
A jornalista Glácia Marillac e a psicóloga Rayssa Hebert participaram da ação
Redação
21/10/2021 | 14:10

A jornalista, psicanalista e terapeuta Glácia Marillac faz palestra, na quarta-feira (20), na sede da unidade da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC) de Macau, juntamente com a psicóloga Rayssa Hebert, referência em Educação para a Paz, para tratar com os educandos do estabelecimento de reflexão sobre “O que é ser livre?”.

A unidade APAC-Macau conta hoje com 18 educandos e tem como base cotidiana os princípios fundamentais da dignidade humana, tais como trabalho, religião e família, fundamentais na ressocialização dos que buscam recomeçar suas trajetórias de vida. Eles contam com assistência jurídica e à saúde.

A valorização humana vista no sistema APAC, se inicia na entrada da unidade, quando se lê: “Aqui entra o homem, o delito fica lá fora”. A frase não se resume à retórica. Todos que ali passam e conversam com aquela comunidade sentem em suas palavras e atitudes diárias, o senso de igualdade e humanização vivido no dia a dia.

A APAC de Macau é uma entidade civil de direito privado sem fins lucrativos, tem parceria com o Governo do Estado e a prefeitura municipal de Guamaré que arcam com despesas como alimentação e salários dos profissionais efetivos, como também tem o apoio da prefeitura de Macau com a cessão do prédio e de uma educadora, mas necessita também do trabalho voluntário e da comunidade quanto à realização de projetos, ações e doação de material, a exemplo da matéria prima utilizada nas oficinas de marcenaria, artesanato e de leitura.

O método socializador da APAC espalhou-se por todo o território nacional (aproximadamente 100 unidades em todo o Brasil) e no exterior. Já foram implantadas APACs na Alemanha, Argentina, Bolívia, Bulgária, Chile, Cingapura, Costa Rica, El Salvador, Equador, Eslováquia, Estados Unidos, Inglaterra e País de Gales, Latvia, México, Moldovia, Nova Zelândia e Noruega. O modelo Apaqueano foi reconhecido pelo Prison Fellowship International (PFI), organização não-governamental que atua como órgão consultivo da Organização das Nações Unidas (ONU) em assuntos penitenciários, como uma alternativa para humanizar a execução penal e o tratamento penitenciário.

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