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Boletim médico
Nova onda de Covid: famosos brasileiros e estrangeiros são infectados; veja lista
Nomes como Gil do Vigor, Caetano Veloso, Duda Beat, Hugh Jackman, Gusttavo Lima e integrantes do BTS testaram positivo para o coronavírus desde o início das festas de fim de ano
O Globo
06/01/2022 | 15:50

O crescimento de contaminações por Covid-19 no mundo atinge personalidades brasileiras e internacionais. Do Natal pra cá, dezenas de artistas e famosos usaram as redes sociais para relatar que se infectaram com a nova variante do coronavírus. Nomes como os atores Hugh Jackman, Whoopi Goldberg, Lupita Nyong’o, Seth Meyers e Jimmy Fallon, além de brasileiros como Caetano Veloso, Duda Beat, Gusttavo Lima, Jojo Todynho, Gil do Vigor, Bárbara Borges, Glória Groove, Teresa Cristina e Luis Lobianco, testaram positivo para a doença. Gil e Bárbara estão em isolamento nos Estados Unidos.

Gil do Vigor, já de volta aos Estados Unidos, testou positivo para Covid-19. Ele começou a passar mal na noite de quarta-feira, e chegou a ir até um hospital. Nesta quinta, ele comunicou o resultado do exame em sua rede social: “Oi, minha gente!!! Testei positivo para a COVID-19, mas estou bem e com sintomas leves. Sigo em isolamento e logo logo vou estar 100%. Se cuidem, usem máscara e SE VACINEM! Vacinas salvam e ajudam a reduzir os efeitos do vírus no corpo!! Amo vcs”. Jojo Todynho também soube que está com a doença e, por causa do diagnóstico, teve que cancelar sua participação em uma live:

“Nunca passou na minha mente que eu teria positivado. Ontem estive no médico, eu estava com muita dor de cabeça. (…) Hoje que consegui ligar a luz. Achei que era enxaqueca atacada. Positivei, mas estou me cuidando direitinho e estou com acompanhamento médico. Vai dar tudo certo. Deus está no controle”, disse em sua rede social.

Nos últimos sete dias, o número de pessoas diagnosticadas com Covid-19 no planeta quase dobrou em relação à semana anterior, impulsionado pela disseminação da variante Ômicron pelo planeta. Na América do Sul, onde os impactos da cepa começam a ser sentidos, os diagnósticos mais que dobraram. No Brasil, a média móvel de novos casos mais do que triplicou. As mortes, por sua vez, continuam em queda, mais um indício de que a pandemia adentra uma fase menos letal.

A Ômicron, mais contagiosa, foi responsável pela maioria dos 10,1 milhões de casos contabilizados entre 26 de dezembro e 2 de janeiro, contra 5,25 milhões na semana entre 19 e 25 de dezembro. O recorde semanal anterior de toda a pandemia, registrado no fim de abril do ano passado, era de 5,79 milhões, quase a metade do número atual.

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