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Saúde
Mortes por síndrome respiratória aguda grave se multiplicam no RN
Número de pessoas que morreram problemas respiratórios até junho deste ano triplicou em comparação com os doze meses do ano de 2019
Redação
09/06/2020 | 05:00

O Rio Grande do Norte registrou 353 mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) até o dia 05 junho de 2020, segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O número é maior que a soma total de óbitos pelo mesmo problema nos anos de 2018 e de 2019, que contabilizaram somados 168 casos.

Em 2020, os dados sobre a síndrome respiratória começaram a subir exponencialmente em março, que fechou com 36 casos. Aumento de sete vezes em relação ao mesmo mês de 2019.

Em abril, a SRAG causou 113 mortes, e, em maio, outras 197. Para se ter uma ideia do crescimento da mortalidade relacionada com problemas respiratórios, em todo o ano de 2019 foram contabilizados 97 óbitos .

Os dados da Fiocruz compilam os registros entre 1º de janeiro e 05 de junho deste ano. Desta forma, o número de pessoas que morreram em decorrência de problemas respiratórios triplicou em comparação com os registros dos doze meses de 2019.

A síndrome respiratória aguda grave é causada por vírus ou outros agentes patológicos. No entanto, a enfermidade está mais ligada aos vírus que atacam o aparelho respiratório, como influenza A, dengue, adenovírus, hantavírus e o novo coronavírus. O problema causa sintomas como febre, tosse e dificuldade de respirar.

Em relação à análise dos registros deste ano, 205 mortes foram causadas apenas para Covid-19. Somente a doença já foi mais mortal que a soma dos registros em 2018 e 2019 por síndrome aguda grave.

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