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Ranking
Messi iguala a fortuna de Cristiano Ronaldo e se torna o segundo bilionário do futebol
Craque argentino do Barcelona ganhou US$ 126 milhões na temporada, de acordo com a revista Forbes, e alcança faturamento de US$ 1 bilhão, cerca de R$ 5 bilhões. Messi chegou a essa marca depois de se tornar o jogador de futebol mais bem pago do mundo em 2020
Estadão
15/09/2020 | 13:53

Lionel Messi conseguiu mais um feito em sua carreira. Em ranking elaborado pela revista Forbes desta semana, o craque do Barcelona se tornou o segundo jogador de futebol a ultrapassar a marca da US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5 bilhões) recebidos ao longo de sua vida esportiva, igualando marca obtida pelo português Cristiano Ronaldo.

Messi é o quarto atleta a atingir a quantia de US$ 1 bilhão de faturamento, depois do golfista americano Tiger Woods, do boxeador americano Floyd Mayweather e Cristiano Ronaldo. O ” seleto clube” também conta com o ex-jogador de basquete Michael Jordan. Porém, o americano alcançou a cifra bilionária depois de encerrar a carreira nas quadras graças a um contrato com a Nike, sua patrocinadora.

De acordo com a Forbes, Messi chegou a essa marca depois de se tornar o jogador de futebol mais bem pago do mundo em 2020. O argentino teve vencimentos anuais que chegaram a US$ 126 milhões (R$ 659 milhões pela cotação anual), sendo 92 milhões (R$ 481 milhões) em salário e 34 milhões (R$ 177 milhões) em contratos de patrocínio.

No ranking entre jogadores de futebol, Cristiano Ronaldo aparece na segunda colocação com USS 117 milhões (R$ 612 milhões) de faturamento anula, sendo US$ 70 milhões (R$ 366 milhões em salário). O brasileiro Neymar ficou em terceiro com US$ 96 milhões (R$ 502 milhões), sendo US$ 78 milhões (R$ 408 milhões) de vencimentos, de acordo com a publicação.

O quarto lugar é ocupado pelo atacante francês Kylian Mbappé, de apenas 21 anos, com US$ 42 milhões (R$ 219 milhões), sendo US$ 28 milhões (R$ 146 milhões) em salário. De acordo com a Forbes, os dez primeiros atletas da lista somam faturamento de US$ 570 milhões (R$ 2,98 bilhões), em um aumento de 11% na comparação com 2019, apesar das consequências da pandemia do novo coronavírus na economia e nas competições esportivas.

A publicação informou que apurou os números em contato com agentes de jogadores, patrocinadores comerciais e especialistas em futebol nos Estados Unidos e Europa. Os valores são brutos, sem o pagamento de impostos.

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