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Coluna
Marcelo Hollanda: Bares e restaurantes querem saber como enfrentar momento atual da pandemia
Confira a coluna de Marcelo Hollanda desta terça-feira 4
Marcelo Hollanda
04/05/2021 | 12:05

Bares e restaurantes querem saídas agora
A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes já abriu as pré-inscrições para o Congresso Abrasel 2021, pela segunda vez em formato híbrido desde o ano passado por causa da pandemia. Está tudo no site da Associação para quem quiser participar. No ano passado mais de 52 mil pessoas se inscreveram para ouvir o que 70 palestrantes tinham a dizer sobre a sobrevivência dos negócios na pandemia. E, é claro, com a terceira onda do coronavírus vindo por ai, os organizadores esperam que essa marca de interessados seja facilmente batida em 2021.

Difícil não é fácil
O problema é que o mundo vivia de aglomeração até ontem. E na medida em que o vírus se propagou com rapidez crescente pela falta de vacinação, sepultando a idéia de que nos safaríamos do problema com imunização de rebanho, o vírus só não foi embora como vem se multiplicando.

Reiera que o diga
No dicionário, significa desprezível e sem valor. Mas, aqui entre nós, pode ser algo amigável numa mesa boêmia a altas horas da madrugada. Pois bem: que um dia os clientes voltem ao Bar do Zé Reiera, no Largo de Rui Pereira, tendo como vizinhos belos grafites muito coloridos, todos restaurados em 2019 para uma grande inauguração que não aconteceu por conta da pandemia. O dono do estabelecimento, também conhecido como “Reiera”, diz ter o ponto há 18 anos sem nunca atrasar as contas de luz e água como agora. Ele não é desprezível e sem valor; desprezível e sem valor é a situação.

Com medo de investir
Não são apenas os brasileiros que puxaram o freio de mão dos investimentos. Os estrangeiros também não querem muita coisa com o Brasil. A participação deles em aberturas de capital caiu mais que pela metade na última década, com redução bastante significativa nos últimos dois anos. Essa fuga se refletiu especialmente na série histórica da B3, a Bolsa de Valores do Brasil, que atingiu seu auge em 2006 com 72,8%. Por essa época, o empresário Ricardo Abreu de Natal vendeu sua imobiliária para a BR Brookers, que na época levantou quase RS 800 milhões com uma oferta pública de ações. Ou IPO se preferirem, do inglês Iinitial Public Offering. A razão hoje do pessoal se esconder, dizem, é do tal Risco Brasil.

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