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Ativista
Luisa Mell nega roubo de cachorro e diz que vai processar quem espalhou notícia
Nesta quarta-feira 14 o nome da ativista foi parar nos trend topics do Twitter com polêmica envolvendo suposto roubo de cachorro
Canal do Pet
16/06/2021 | 18:34

Nesta quarta-feira 16, o nome de Luisa Mell foi parar nos destaques do Twitter devido a uma acusação de roubo de uma cadela da raça Borzoi, em um canil clandestino, pertencente a Gabriela Setorio Bueno de Camargo.

Segundo a polêmica, a cadela teria sido levada da casa dos tutores e dada como morta com laudo pela doença do carrapato, mas supostamente aparecendo dias depois na casa da família Malzoni. Esses a quem a cadela teria sido doada, são colaboradores do Instituto Luisa Mell, mas não seriam amigos pessoais da ativista.

Procurada pelo Canal do Pet, Luisa Mell disse estar tomando todas as medidas cabíveis com seus advogados e que irá processar todos os envolvidos nas acusações. Além do processo, envolvendo maus-tratos aos animais, Gabriela Setorio estaria envolvida em outros processos, como o de tráfico de drogas.

Em nota oficial à imprensa, sobre as falsas acusações de “roubo de uma Borzoi”, trata-se ação penal contra a responsável pelo canil, onde mais de 140 cães, incluindo uma cadela da raça Borzoi foram apreendidos pela polícia em cumprimento a uma ordem judicial de busca e apreensão, após denúncias de criação irregular de cães e tráfico de drogas.

A Borzoi estava há dias, sozinha, em um quarto escuro e sem janela quando a polícia chegou ao local. Quem determinou quais cães seriam apreendidos foram as autoridades públicas, tendo o Instituto Luisa Mell apenas cumprido determinações das autoridades policiais.

Segundo nota, a justiça teria tentado, por mais de um ano, encontrar Gabriela Bueno para que pudesse se defender nos autos da ação penal (processo 1510414-41.2018.8.26.0587), que reponde por tráfico de drogas, maus-tratos aos mais de 140 animais, exercício irregular da profissão de médico veterinário, pois no local que não era uma clínica veterinária, foram encontradas cadelas suturadas com linha de pesca, anestésicos e tesouras cirúrgicas, além de foto da Gabriela que não é veterinária em uma cesárea. Sem sucesso após mais de um ano na tentativa de encontrá-la, a juíza entendeu que ela sabia da ação e a deu como citada esse mês.

A ré estaria há meses perseguindo as autoridades policiais e as pessoas ligadas ao Instituto Luisa Mell. Já sendo condenada liminarmente a manter distância e, na última semana, condenada a remover das redes sociais diversas acusações caluniosas, como a que uma Borzoi teria sido roubada, contudo, até o momento, não foi localizada pelos oficiais de justiça.

A responsável pelo canil tentou ainda uma liminar em um habeas corpus na justiça em maio de 2021, pedido que foi negado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo que, após analisar liminarmente o processo, decidiu manter a ação penal contra ela.

O Instituto Luisa Mell declara que sempre esteve à disposição das autoridades policiais e está tomando todas as medidas judiciais contra as pessoas que vêm espalhando acusações mentirosas e criminosas, incluindo a própria ré do caso, Gabriela Setorio Bueno de Camargo.

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