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Coluna Alex Viana
Flávio Rocha descarta candidatura no Rio Grande do Norte
Confira os destaques da coluna Alex Viana, publicada na edição desta quinta-feira, 18 de maio de 2017, do Agora Jornal
Alex Viana
19/05/2017 | 06:48

Dono de uma das maiores redes de varejo do país, o empresário potiguar Flávio Rocha disse não ter interesse em se candidatar ao cargo de governador do Rio Grande do Norte no próximo pleito, agendado para ocorrer no ano que vem. A declaração do CEO da Riachuelo foi veiculada em reportagem do Valor Econômico nesta quarta-feira 17. Perguntado sobre a possibilidade de voltar a carreira política, o empresário disse: “Acho que sou muito mais útil ao Brasil na cadeira que ocupo hoje”. No último mês de março, Rocha havia sido citado pelo empresário João Amoedo Dionísio, presidente do Partido Novo, como um dos potenciais nomes da nova sigla para o ramo político. Ele, no entanto, ainda não havia revelado suas intenções até então.

>> Protagonismo. O deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB) assumirá a presidência do PSDB no próximo dia 27, passando a comandar um dos maiores partidos do Rio Grande do Norte e do Brasil. Terá a missão de conduzir a legenda para voos mais altos, a partir do pleito do próximo ano. Nessa linha, terá duas alternativas: protagonismo ou submissão.

>> Opções. Em caso de opção pelo protagonismo, Ezequiel terá de levar adiante a ideia de lançar candidaturas ao governo e/ou ao Senado. Nomes dentro da legenda para este fim não faltam. O deputado federal Rogério Marinho e o empresário Tião Couto são citados, respectivamente.

>> Travado. O governo Robinson precisa imediatamente de um programa de aceleração de obras. Muitos empreendimentos já poderiam ter sido concluídos pela gestão – a exemplo do Pró-Transporte, que já tem o dinheiro das desapropriações em caixa – mas se encontram parados devido a burocracia e morosidade.

>> Irredutível. O prefeito Carlos Eduardo não abre mão de disputar o governo do Estado. Seu projeto é entregar a Prefeitura ao vice, Álvaro Dias, do PMDB do ex-ministro Henrique Alves e do senador Garibaldi Alves, e com o apoio destes e do senador José Agripino (DEM), disputar o governo no ano que vem.

>> Ocupado. Em parte, a gestão da Prefeitura de Natal já está entregue à administração do PMDB nos setores de Obras (Fred Queiroz), Urbana (Claudio Porpino), Turismo (Christiane Alecrim) e Serviços Urbanos (Jerônimo Ferreira).

>> Adiado. Ficou para esta quinta-feira a leitura do parecer da Procuradoria da Câmara sobre as respostas do vice-prefeito Álvaro Dias (PMDB) no tocante à viagem que ele fez aos Estados Unidos junto com o prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT). Uma falha na internet impediu o envio da documentação a tempo de ser lida no plenário pelo presidente Raniere Barbosa (PDT).

>> Agora, sim. Após ser obrigado a responder novamente o ofício da Câmara (na primeira vez respondeu sem responder, segundo a Procuradoria da CMN), desta vez Álvaro informou tudo aos vereadores.

>> Sem comando. E quem leu o teor das respostas de Carlos Eduardo e Álvaro Dias conclui que os dois ficaram nos Estados Unidos no mesmo período. Ou seja, Natal ficou, de fato, sem prefeito por uma semana.

>> Política. Apesar disso, apenas após a leitura do parecer da Procuradoria da Casa é que haverá um posicionamento das bancadas de vereadores sobre o assunto. “Na verdade, está todo mundo querendo botar a mão no papel para poder fazer as análises. Sem papel fica tudo subjetivo”, diz uma fonte do Palácio Frei Miguelinho. “O clima é de expectativa. Porque ninguém viu ainda”.

>> Desespero. Conta-se que o vice, Álvaro Dias, “está desesperado, sem dormir e ansioso”. “Porque não sabe o que a Câmara vai fazer” em relação a ele. Será?

>> Mistério. Sobre providências que a Câmara irá adotar com o vice, caso se confirme que ele de fato infringiu a lei ao não comunicar que iria se ausentar do país, a informação é de que tudo pode acontecer, inclusive nada.

>> Sucessão. Diz-se que o maior interessado na cassação do vice-prefeito é o atual líder do prefeito, Ney Júnior (PSD). Como vice-presidente da Câmara, Ney assumiria a gestão do Legislativo em caso de Raniere ter de comandar a Prefeitura.

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