Com uma trajetória de sucesso em 37 anos no mercado brasileiro, a história do Fiat Uno acaba em 2021. Foram 4.379.356 milhões de unidades produzidas durante neste período. E após tantos tempo, ele sai de sena com a versão especial Ciao, que terá 250 unidades fabricadas com uma plaqueta numerada no painel que indica a unidade e vários itens considerados especiais mas um preço salgado: R$ 84.990. Mesmo com o preço alto, a despedida do Uno é melancólica: o modelo dá adeus com apenas uma versão de acabamento com apenas o considerado essencial.
Todas as unidades da versão comemorativa são pintadas exclusivamente de Cinza Silverstone, com teto, retrovisores externos e spoiler traseiro pintados de preto. Fabricado desde 1984 no polo automotivo de Betim, em Minas Gerais, o modelo foi o pioneiro ao lançar o conceito de carro compacto por fora e espaçoso por dentro. Também marcou história ao, em 1994, ter sido o primeiro automóvel nacional a receber turbocompressor.


Mas na versão de despedida, nada fora do comum. O motor é o 1.0 Fire de 73/75 cv (G/E) e torque de 9,5/9,9 kgfm. Recheado, o modelo vem de série com como ar-condicionado, direção hidráulica, quadro de instrumentos com tela de LCD, computador de bordo, sistema de som com rádio bluetooth e entrada USB e outros itens.
Além disso, as portas têm maçanetas na cor do veículo e um adesivo lateral com o nome Uno Ciao acompanhado da frase “La Storia di Una Leggenda” — “a história de uma lenda” em italiano. Rodas de liga leve exclusivas de 14 polegadas em tom escuro e o logo “Uno” nas cores da Itália à esquerda da tampa do porta-malas completam o visual do modelo.
O Uno encerra sua vida com a versão que, com certeza, pode se tornar item de colecionador e é a mais cara da história do modelo: R$ 84.990. No site da marca, a única versão do modelo comercializada ao mercado amplo custa R$ 68.490.
