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Regime Domiciliar
Defesa do goleiro Bruno não deve recorrer sobre uso de tornozeleira em treinos e jogos
Determinação de usar o aparelho é da Justiça; jogador está atuando pelo Rio Branco, do Acre
Redação
08/09/2020 | 15:21

A defesa do goleiro Bruno Fernandes não pretende recorrer da decisão judicial que determinou que o dever atleta usar tornozeleira eletrônica, mesmo durante os treinos e jogos.

A informação foi confirmada ao R7 pela advogada Mariana Migliorini, nesta terça-feira 8. O esportista condenado pela morte da modelo Eliza Samudio está jogando pelo Rio Branco Futebol Clube , da capital acriana, desde o mês de julho. O tempo da disputa a quarta divisão do Campeonato Brasileiro.

– Não [vamos recorrer]. É normal o uso da tornozeleira. O Bruno é um reeducando como qualquer outro.

Segundo a advogada, a equipe de defesa do jogador só irá tentar uma nova alternativa caso o aparelho afete o desempenho em campo.

– Vamos aguardar para ver como ele [o Bruno] se sai. Caso [a tornozeleira] atrapalhe ou o machuque, informamos ao juiz para a melhor alternativa.

Pena

O goleiro Bruno ainda cumpre pena, em regime domiciliar, pelo assassinato de Eliza Samudio. Ele foi condenado a 20 anos e nove meses pelo crime e liberado do regime fechado em julho de 2019, após quase nove anos de prisão.

Esperado à sentença, o atleta precisa cumprir algumas determinações, como não viajar ou mudar de cidade sem avisar a Justiça e não sair de casa durante a noite e madrugada.

O pedido para que o atleta também passasse a usar tornozeleira foi feito pelo Ministério Público após ele se mudar para Rio Branco. O jogador não era monitorado pelo aparelho no tempo em que morou em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.

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