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Decisão
CPI quebra sigilos e pede busca e apreensão de celular do motoboy da VTCLog; entenda
Ivanildo Gonçalves se recusou a ceder aparelho à comissão para coleta de informações sobre investigados
Metrópoles
01/09/2021 | 16:27

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 aprovou, nesta quarta-feira 1º, extrapauta, os requerimentos de pedidos de busca e apreensão do celular do motoboy Ivanildo Gonçalves da Silva, da VTCLog, de quebra dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático do profissional e a convocação de Zenaide Sá, funcionária do financeira da empresa de logística.

O colegiado também aprovou requerimento de informação ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para saber se as operações da VTCLog foram devidamente comunicadas ao órgão. Além do registro das câmeras da agência da Caixa Econômica Federal, postos de atendimento, caixas eletrônicos ou quaisquer outros pontos localizados no aeroporto de Brasília, de janeiro de 2018 até esta quarta-feira.

Os requerimentos foram apresentados pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que, antes, perguntou ao motoboy se ele poderia disponibilizar o aparelho celular voluntariamente à CPI para a coleta de informações relativas aos investigados. Gonçalves, porém, recusou.

“Há claros indicativos acerca da existência de um esquema recorrente da empresa em sua atuação junto ao Ministério da Saúde, sem indícios de que tenha cessado durante o período da pandemia, motivo pelo qual faz-se absolutamente necessária a transferência de todos os sigilos ora apontados, de forma a averiguar os exatos detalhes da conduta da empresa VTCLog através dos préstimos de seu motoboy”, diz o requerimento de quebra de sigilos, de janeiro de 2018 até a data presente.

Ivanildo Gonçalves_CPI da Covid-19
Ivanildo Gonçalves_CPI da Covid-19
Ivanildo Gonçalves_CPI da Covid-19
CPI da Covid-19
Renan Calheiros_CPI da Covid-19
Ivanildo Gonçalves_CPI da Covid-19
Ivanildo Gonçalves_CPI da Covid-19
CPI da Covid-19

A VTCLog entrou no radar da CPI após os senadores desconfiarem de valores movimentados pela companhia e pelo Ministério da Saúde. O nome da empresa apareceu pela primeira vez quando parlamentares decidiram investigar contratos entre a pasta e os colaboradores, após irregularidades que envolveram as tratativas da vacina indiana Covaxin.

A CPI identificou, por meio de relatórios de inteligência do Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que o motoboy teria sacado R$ 4.743.693,00 para a empresa, parte deste montante em espécie.

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