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Acordo
Coronavac: São Paulo compra 46 milhões de doses da vacina contra Covid-19
As doses da vacina serão produzidas na China e envasadas em São Paulo, no Instituto Butantan
Redação
30/09/2020 | 14:47

O governo de São Paulo assinou, nesta quarta-feira 30, um contrato com a farmacêutica chinesa Sinovac Biotech para a compra de 46 milhões de doses da Coronavac, vacina contra o novo coronavírus

A oficialização do acordo aconteceu durante entrevista coletiva do governo, no Palácio dos Bandeirantes. As doses da vacina serão produzidas na China e envasadas em São Paulo, no Instituto Butantan.

A expectativa é que as 46 milhões de doses do imunizante cheguem ao país até dezembro. Além disso, o governo pode comprar mais 14 milhões de doses que seriam entregues até fevereiro de 2021.

“Confiantes que estamos no resultado desta vacina, nos 50 mil testes realizados na China sem contraindicação, estamos avançando com esperança que essa será uma das mais promissoras vacinas contra Covid-19”, disse o governador João Doria (PSDB).

“Vamos assinar aqui o contrato de fornecimento dessas 46 milhões de doses de vacina e também o contrato de transferência de tecnologia para o Instituto Butantan, que muito em breve produzirá a vacina na nova fábrica da vacina no Butantan”, disse o governador.

Doria afirmou que o estado aguardará a finalização da terceira fase de testagem da vacina no Brasil e a sinalização positiva da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de iniciar a imunização da população. A fase 3 dos testes clínicos da Coronavac é realizada no Brasil em parceria entre a Sinovac e o Instituto Butantan.

Além de Doria, o vice-presidente mundial da Sinovac, Weining Meng, e o diretor do Butantan, Dimas Covas, também assinaram o documento.

“Este acordo que acabamos de assinar coloca o estado de São Paulo, o Butantan e a Sinovac e posição de destaque no mundo. Com certeza trará uma nova visão para o que estamos fazendo aqui”, afirmou Covas.

“[A assinatura do contrato] sinaliza o início do processo que incluí as doses de vacina, mas também o início da transferência de tecnologia. Começaremos a receber em outubro a matéria-prima semiacabada da China, que será transformada em vacina aqui no Butantan”, completou.

“Ao trabalhar junto com o Butantan, nosso objetivo é simples: trazer vacinas o suficiente para o Brasil para beneficiar todos neste país”, disse Meng. “Realmente esperamos que juntos, com nossa vacina, possamos ajudar as pessoas a retomarem sua vidas, tirarem suas máscaras e ter uma vida mais feliz no futuro”, concluiu.

À CNN, o secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, comentou o acordo.

*As informações são da CNN Brasil

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