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Amistoso
Conheça um dos peixes ornamentais mais rústicos e populares: Paulistinha
O paulistinha tem esse nome devido a suas listras, que segundo os aquaristas, lembram muito a bandeira de São Paulo
Por Redação
27/05/2018 | 19:45

O paulistinha tem esse nome devido a suas listras, que segundo os aquaristas, lembram muito a bandeira de São Paulo, porém vale a pena lembrar que o peixe tem sua origem na Índia. É um importante organismo modelo, frequentemente utilizado em pesquisas genéticas e análises voltadas para a biologia do desenvolvimento. Sua notável capacidade de regeneração tem sido importante para a criação de linhagens transgênicas.

Embora atinja um pequeno tamanho, é uma espécie bastante ativa e que precisa de bastante espaço para nadar, sendo indicado um aquário de pelo menos 80 cm de comprimento com plantas altas para se sentirem a vontade.

Espécie de baixo custo e popular no aquarismo. Bastante rústico e tolerante com diversos parâmetros de água, sendo indicado para aquaristas iniciantes. São bastantes ativos se locomovendo rapidamente por todo o aquário.

Comportamento & Compatibilidade: Espécie de comportamento pacífico e comunitário, mas muito agitado. Peixes lentos ou de nadadeiras longas devem ser evitados em aquários com paulistinhas, pois poderão ser mordiscados. Deve-se manter em cardume de pelo menos seis indivíduos ou mais.

Embora atinja pequeno tamanho, é uma espécie bastante ativa que nada freneticamente a todo o momento. Desta forma exige um bom espaço para nadar, devendo ser mantido em aquário com pelo menos 80 cm de comprimento.

Alimentação: Onívoro, em seu ambiente natural alimentam-se de pequenos crustáceos, larvas de insetos e pequenos vermes. Em cativeiro aceitam prontamente alimentos secos.

Reprodução: Ovíparo, fêmeas dispersam livremente ovos em local pré-determinado pelo macho, onde será fecundado em sequência. Pais não cuidam da progênie e ovos eclodem em até 2 dias.

Dimorfismo Sexual: Fêmeas maduras apresentam corpo em forma roliça e são levemente maiores e menos coloridas do que os machos. Machos apresentam corpo mais retilíneo e são mais coloridos principalmente em fase de reprodução.

Biótopo: São encontrados em pequenos riachos de fluxo lento ou inexistente com densa vegetação marginal, água normalmente cristalina e raramente turva. Também abundante em piscinas marginais e sazonalmente inundadas, além de arrozais e pequenos córregos e canais.

 

Fonte: Revista Aquarismo

 

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