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Comerciando
Com digitalização, bancos perdem 20 mil profissionais no ano passado
Confira os destaques da coluna Comerciando, publicada na edição desta quinta-feira, 29 de junho de 2017, do Agora Jornal
Redação
30/06/2017 | 09:36
Se por um lado a tendência pela digitalização no sistema bancário tem reduzido os custos por parte das instituições financeiras, por outro, ela acarreta em uma acelerada redução de postos de trabalho e de pontos fixos de atendimento. Dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) com a consultoria Deloitte mostram que, em dois anos, o setor fechou 1.208 agências bancárias, 929 apenas no ano passado. Quanto ao emprego, uma filtragem do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) feita nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho indica que no ano passado o setor perdeu mais de 20 mil vagas, número muito superior ao visto nos anos anteriores – 2015 teve saldo negativo de 9.886 vagas; em 2014, menos 5.004 e em 2013, menos 4.329. O resultado coincide com uma mudança sensível no comportamento dos clientes bancário. Ainda de acordo com a Deloitte e com a Febraban, 57% das transações bancárias em 2016 foram feitas por smartphones, tablets ou computadores.
 
>> Eólica. O RN deverá atingir a marca de 5 GW de capacidade instalada em energia eólica nos próximos quatro anos. Segundo dados do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE), o estado segue na liderança disparada no ranking nacional eólico, com 3.3GW de capacidade instalada em 125 parques que estão em operação.
 
>> Gastos. O Governo afirmou que vai enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei que abre um crédito suplementar de R$ 102,4 milhões ao Ministério da Justiça para regulizar a emissão de passaporte. O serviço está suspenso desde terça-feira à noite porque atingiu o limite de gastos previstos no Orçamento da União. Os únicos passaportes que continuam a ser emitidos são os de emergência, por motivo de saúde ou trabalho.
 
>> Parcelamento. Os microempreendedores individuais (MEI) que têm boletos mensais em aberto até maio de 2016 podem parcelar seus débitos em até 120 meses a partir do próximo dia 3 de julho. Essa é a primeira vez que esse segmento empresarial poderá pagar os impostos devidos em parcelas. Cada prestação deve ter valor mínimo de R$ 50,00. O prazo para aderir ao programa de renegociação das dívidas é de 90 dias.
 
>> Movimentação. O Brasil registrou um superávit em transações correntes de US$ 2,884 bilhões em maio, terceiro resultado consecutivo positivo e mais uma vez guiado pelo forte desempenho da balança comercial, divulgou o Banco Central (BC). Segundo o BC, o saldo positivo nas transações correntes foi de US$ 2,884 bilhões em maio, o maior para o mês desde 1995.
 
>> Consultoria empresarial. Colocar os ensinamentos aprendidos na graduação em prática e, ao mesmo tempo, auxiliar pequenos negócios locais a serem mais competitivos. Esses são os principais benefícios do projeto Consultores Universitários, que é desenvolvido pelo Sebrae em parceria com a Ufersa em Pau dos Ferros, no Alto Oeste Potiguar. A iniciativa começou no ano passado e já atendeu 50 empresas, que contaram com consultoria para solucionar fragilidades nas áreas de gestão, processos e produtos.
 
>> Pendente. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) prorrogou por mais um mês a análise da compra da rede Ales pela Ipiranga, do Grupo Ultra. O conselheiro relator, João Paulo de Resende, pediu a prorrogação para ter mais tempo para analisar remédios propostos pelas requerentes, o que indica que poderá haver um acordo para a aprovação do negócio.
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