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Imóveis
Em Natal, Cidade Satélite e Ponta Negra estão na mira dos investimentos imobiliários
Mercado da construção civilá prepara novos lançamentos em Natal depois de um longo jejum de cinco anos; setor construtivo é um segmentos da economia que apresentam recuperação nos últimos meses
Redação
23/10/2020 | 05:14

Depois de um jejum de quase cinco anos, com alguns empreendimentos novos aqui e ali, a construtora MRV, entre as 100 maiores empresas globais da construção civil, anunciou novos condomínios fechados em Natal, um em Cidade Satélite e o outro em Ponta Negra, dois públicos distintos do mercado.

Isso acontece no momento em que a construção civil aparece entre os 14 seletos segmentos da economia que saíram na frente no processo de recuperação pós-pandemia, segundo um estudo do Itaú-Unibanco publicado na semana passada.

Entre os indicadores dessa reação estão o crescimento das vendas de cimento, o grande volume de financiamentos imobiliários e o mais recente índice de intenção de compra de um imóvel nos próximos meses pelos brasileiros, que é de 51%, segundo levantamento Datastore Series, a melhor marca desde 2007.

Além disso, os números do mercado de trabalho na construção civil também confirmam o bom momento do setor com demanda em alta e a confiança dos empresários aumentando, fazendo as construtoras projetarem novos lançamentos.

Segundo Rafael Mello, gestor de vendas da MRV, a companhia viu neste momento de pandemia uma possibilidade real de crescimento nas vendas.
“Tivemos um recorde histórico de vendas líquidas no trimestre, totalizamos 12.183 unidades, um crescimento de 41,1% em relação ao mesmo período do ano passado”, afirma o executivo.

Para ele, essa reação do mercado se deve não só a maior importância que o lar ganhou no período de isolamento social, mas também pelas facilidades comerciais oferecidas, como taxas de juros historicamente mais baixas e facilidades no financiamento.

Além dos residenciais Praia de Pipa, em Ponta Negra, e Nova Amsterdã, no Satélite, que juntos somam 336 unidades, a MRV investirá mais de R$ 53 milhões em obras de melhoria de infraestrutura urbana nas regiões dos novos empreendimentos com expectativa de geração de mil postos de trabalho, diretos e indiretos. Juntos, serão 336 novas unidades habitacionais. O VGV (Valor Geral de Vendas) dos empreendimentos não foi informado pela empresa.

Com 41 anos de, a MRV é hoje uma plataforma de soluções habitacionais com projetos adaptados às necessidades de cada região do país.
Com um lucro líquido de R $ 124 milhões no segundo trimestre deste ano, a MRV passou a adotar uma política comercial mais agressiva nos últimos meses, oferecendo descontos em torno de 5% na venda dos imóveis como forma de ganhar liquidez e reduzir os estoques.

A companhia também registrou um resultado financeiro (saldo entre despesas e receitas com juros) positivo em R $ 15 milhões, que foi 64,8% menor, explicado pelas captações no trimestre, que somaram R$ 492 milhões.

Desse total, a empresa informou ter destinado R$ 7,5 milhões para doações. Sem este desembolso, o lucro chegado a R$ 131,5 milhões – o equivalente a um recebimento de 30,7% em vez de 34,6%.

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