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Intolerância
China ameaça confiscar terras e penalizar financeiramente cristãos
Em vilarejos próximos da fronteira com Myanmar, cristianismo é visto como 'seita do mal', e convertidos são punidos
Redação
05/10/2020 | 14:51

Cristãos e moradores da província chinesa de Yunnan que se converterem ao cristianismo poderão ter as terras confiscadas e pagar multa, diz o Christian Post

Segundo a publicação, vilarejos próximos da fronteira chinesa com Myanmar receberam um aviso: os moradores do vilarejo pertencem ao grupo Dai, são budistas, e o cristianismo é um “culto do mal”. 

O alerta diz que “acreditar em Cristo” é uma “violação das regras” do vilarejo, e que é passível de multa para a comunidade ou punição, como o confisco de um porco, o que em um vilarejo composto majoritariamente por fazendeiros pode sair caro. 

Além do confisco de terras e multa, autoridades podem fazer com que o acusado carregue um tributo (porco) pelo vilarejo enquanto se culpa. Depois, ele precisa cozinhar o animal para todos os moradores da comunidade e pagar a multa sozinho.

Segundo o China Christian Dialy, “a atividade é muito intimidadora, oferece a punição mais severa para a dignidade e propriedade do ofensor”. 

*As informações são do R7

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