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Educação
Campanha mostra que o ensino de qualidade deve ser ainda mais valorizado pelos pais
Necessidade se deu diante da pandemia do coronavírus, que mudou o mundo em 2020, trazendo alteração de comportamento social
Redação
14/09/2020 | 15:55

Tendo como slogan “Conhecimento Para Um Novo Tempo”, a nova campanha publicitária dos colégios CEI Mirassol e Zona Sul mostra que a educação e o ensino de qualidade devem ser ainda mais valorizados pelos pais, diante da pandemia do coronavírus, que mudou o mundo em 2020, trazendo alteração de comportamento social e acelerando processos tecnológicos, principalmente na área de educação.

Criadas pela agência “Criola Propaganda”, as peças publicitárias reforçam a tese de que investimentos em educação devem ocupar lugar de destaque nos orçamentos das famílias, já que a pandemia também despertou nas pessoas o valor pelas profissões que garantem perspectivas de futuro mais seguro.

“Mais do que nunca vai se colocar na ponta do lápis a escolha pelas escolas dos filhos. Mesmo nesse novo cenário, certamente a educação de qualidade será colocada como prioridade pelas famílias. Nas nossas escolas, envolvemos nossos alunos em um mundo de possibilidades tecnológicas, onde o real e o virtual já se transformaram em uma única forma de aprender”, assinala a diretora dos colégios CEI Mirassol e Zona Sul, Corina Amorim.

Segundo a educadora, diante do fato de que o período de matriculas se inicia neste mês setembro, é preciso que – principalmente – as escolas mostrem que o padrão de ensino está harmonizado com as mudanças impostas pela pandemia.

“Os colégios CEI Mirassol e Zona Sul, por exemplo, estreitaram ainda mais a sua relação com as famílias e alunos, reforçando seu comprometimento com uma educação de qualidade”, enfatiza Corina Amorim.

Ambas escolas estão disponibilizando admissão não presencial para os alunos, que pode ser feita de forma on line, através de uma plataforma digital.

Brasil perde 4,6 milhões de leitores em quatro anos

O Brasil perdeu, nos últimos quatro anos, mais de 4,6 milhões de leitores, segundo dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil. De 2015 para 2019, a porcentagem de leitores no Brasil caiu de 56% para 52%. Já os não leitores, ou seja, brasileiros com mais de 5 anos que não leram nenhum livro, nem mesmo em parte, nos últimos três meses, representam 48% da população, o equivalente a cerca de 93 milhões de um total de 193 milhões de brasileiros.

As maiores quedas no percentual de leitores foram observadas entre as pessoas com ensino superior – passando de 82% em 2015 para 68% em 2019 -, e entre os mais ricos. Na classe A, o percentual de leitores passou de 76% para 67%.

O brasileiro lê, em média,  cinco livros por ano, sendo aproximadamente 2,4 livros lidos apenas em parte e, 2,5, inteiros. A Bíblia é apontada como o tipo de livro mais lido pelos entrevistados e também como o mais marcante.

Esta é a 5ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró Livro em parceria com o Itaú Cultural.

Foram feitas 8.076 entrevistas em 208 municípios entre outubro de 2019 e janeiro de 2020. A coleta de dados foi encomendada ao Ibope Inteligência. A pesquisa foi feita antes da pandemia do novo coronavírus, não refletindo, portanto, os impactos da emergência sanitária na leitura no país. 

Internet e redes sociais 

De acordo com a coordenadora da pesquisa, Zoara Failla, a internet e as redes sociais são razões para a queda no percentual de leitores, sobretudo entre as camadas mais ricas e com ensino superior.

“[Essas pessoas] estão usando o seu tempo livre, não para a leitura de literatura, para a leitura pelo prazer, mas estão usando o tempo livre nas redes sociais”, diz.

“A gente nota que a principal dificuldade apontada é tempo para leitura e o tempo que sobra está sendo usado nas redes sociais”, completa.

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