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Decisão
Bolsonaro revoga homenagem a embaixadora acusada de agredir empregada
A revogação veio menos de um mês após a homenagem ter sido concedida. No decreto publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira 3
CNN
03/11/2020 | 14:32

O presidente Jair Bolsonaro revogou a condecoração concedida à embaixadora das Filipinas no Brasil, Marichu Mauro, oito dias após o governo filipino tê-la convocado a retornar para casa por causa da revelação de vídeos que mostram a diplomata “maltratando” funcionária da equipe doméstica.

A revogação veio menos de um mês após a homenagem ter sido concedida. No decreto publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira 3, Bolsonaro e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, tornaram “sem efeito” a admissão de Marichu Barredo Mauro no grau de “Grã-Cruz” da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, efetivada dia 6 de outubro.

A homenagem concedida e revogada a Marichu Mauro é a mais alta condecoração brasileira concedida a pessoas estrangeiras que tenham se tornado “dignas do reconhecimento da Nação Brasileira”, de acordo com o site do Itamaraty.

CNN apurou que um inquérito para investigar as supostas agressões sofridas por funcionários da Embaixada das Filipinas em Brasília foi aberto na justiça do Trabalho no Distrito Federal recentemente, e corre em sigilo.

Marichu Mauro, no entanto, não é alvo das investigações no Brasil, por ter imunidade diplomática. O governo das Filipinas prometeu, em nota, que “uma investigação completa será conduzida”.

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